Sem dinheiro para a faculdade? Conheça as principais bolsas do Governo!

Fazer uma faculdade é o sonho da grande maioria das pessoas, afinal, desde a infância é comum que haja o estímulo para projetar seus maiores desejos e objetivos para o futuro. Enquanto alguns estudantes conseguem ter a oportunidade de pagar pela graduação, muitos não têm condições financeiras para isso. Mas, hoje, felizmente isso tem mudado: existem as bolsas do Governo para ajudar!

A verdade é que o Governo oferece opções de descontos e incentivos para o ingresso ao ensino superior, que vão desde financiamentos até descontos de 100% na mensalidade. No artigo de hoje, vamos contar exatamente quais são essas alternativas que existem para quem deseja ingressar na faculdade, mas não pode custear as mensalidades. Ficou interessado? Então, continue lendo e veja qual é a melhor para você!

Prouni

O Programa Universidade para Todos (Prouni) é um programa federal de incentivo à educação. Por isso, ele oferece bolsas nos cursos das faculdades particulares que têm vagas associadas ao projeto. Apesar de ter sido criado em 2004, é comum que alguns estudantes ainda não saibam sobre o seu funcionamento — todos os anos garante a entrada de muitas pessoas no curso superior.

Sendo assim, é importante saber que o Prouni disponibiliza dois tipos de bolsas: a integral e a parcial. A integral oferece 100% de desconto nas mensalidades e é destinada a estudantes com renda máxima de um salário mínimo e meio por pessoa da família. Já a bolsa parcial, que concede 50% de desconto no pagamento das mensalidades, é voltada para estudantes com renda familiar, por pessoa, de até três salários mínimos.

Além do fator socioeconômico, existem alguns outros pré-requisitos para conquistar uma bolsa de estudos do Governo por meio do Prouni. É necessário:

  • ter cursado o ensino médio em escolas públicas ou comprovar o estudo na rede particular com bolsa integral;
  • não ter concluído uma graduação anteriomente;
  • ter participado da edição anterior do Enem.

Além disso, quem é portador de deficiência ou professor da rede pública de ensino, com interesse em cursar outra Licenciatura, pode participar sem obrigatoriamente atender aos outros critérios.

Agora, sabendo se você pode ou não participar, é comum que surja outra dúvida: como se inscrever? E a resposta é mais simples do que parece: o cadastro é feito pelo próprio site do Prouni. É permitido ter até duas opções de instituições, cursos e turnos, podendo alterá-las durante a inscrição, já que o programa considera apenas a última edição.

Quer uma dica? Vale a pena pesquisar antes quais são as faculdades pelas quais você tem interesse e que oferecem uma boa estrutura, qualidade de ensino e grade curricular abrangente antes de selecionar suas opções. Aqui na Anhanguera, oferecemos, além disso tudo, diversas outras vantagens, como, você poder escolher a modalidade do curso adequando os estudos à sua rotina e fazer uso do canal Conecta para se inserir no mercado de trabalho!

Vale a pena lembrar que, durante o período do Prouni, o estudante deve acompanhar o site pelo menos uma vez por dia para saber qual é a nota de corte parcial do curso escolhido. Ela representa a menor nota para os estudantes ficarem entre os pré-selecionados. Por isso, a nota de corte varia conforme o número de vagas disponíveis para cada curso e, também, de acordo o resultado do próprio candidato.

Após a pré-seleção, o estudante precisa ir até a faculdade para comprovar as informações e levar toda a documentação necessária para conquistar a bolsa de estudo pelo Prouni. É importante se manter atento à lista de documentos, que possui itens obrigatórios para todas as instituições e pode ter algumas variações específicas da instituição de ensino. Depois de apresentar os documentos e se matricular, chega o melhor momento: começar a estudar o curso dos seus sonhos!

FIES

O Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) é um programa que oferece financiamento da faculdade com juros baixos para quem não tem recursos para pagar o curso. Um dos principais benefícios é que escala de juros varia conforme a renda familiar do candidato. Não entendeu? Sem problemas: vamos explicar em detalhes agora mesmo!

O que acontece é que o FIES oferece duas opções de financiamento:

  1. FIES: nesse caso, o estudante financia a faculdade a juros zero, desde que a renda familiar por pessoa seja de até três salários mínimos. O pagamento das prestações ocorre de acordo com o limite de renda do candidato e, ao longo da formação, é preciso quitar apenas uma taxa simbólica, deixando para pagar as mensalidades quando estiver com o diploma em mãos;
  2. P-FIES: aqui, estudantes com renda familiar mensal por pessoa de até cinco salários mínimos podem se inscrever. Porém, a modalidade de financiamento conta com recursos que vêm dos Fundos Constitucionais e de Desenvolvimento. Por esse motivo, os juros podem variar de acordo com o banco.

Ao contrário do Prouni, que é feito antes de o estudante entrar na faculdade, o funcionamento desse financiamento é um pouco diferente. Para participar do FIES, é necessário já estar matriculado em uma instituição de ensino que tenha conceito igual ou maior que 3 no Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (Sinaes).

SISU

Ao contrário das anteriores, essa opção não é para quem busca bolsas do Governo. Na verdade, o Sistema de Seleção Unificada (SISU) oferece vagas duas vezes ao ano para entrar nas universidades públicas que têm a nota do Enem como forma de ingresso. Ou seja, assim como no caso do Prouni, é preciso ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio no ano anterior.

Sabendo disso, para se inscrever no SISU, o estudante utiliza o mesmo cadastro feito para participar do Enem. O sistema coleta as notas do exame e começa a selecionar os melhores candidatos para preencher as vagas de um mesmo curso, faculdade e turno. Isso significa que quanto mais altas as notas, maiores as chances de conseguir uma vaga pelo SISU.

Durante o procedimento de seleção, é possível alterar as opções de cursos até o término das inscrições — e só serão considerados aprovados os candidatos que, após a seleção, tiverem a pontuação de acordo com as vagas oferecidas. Ainda que essa também seja uma maneira de entrar na faculdade gratuitamente, o SISU apresenta alguns problemas para quem deseja iniciar o ensino superior e se beneficiar do diploma o quanto antes.

O primeiro deles é a concorrência, que costuma ser muito mais alta. Isso ocorre porque, em alguns casos, poucas universidades oferecem determinado curso. Assim, pessoas de todo o Brasil podem concorrer àquelas vagas. Vale ressaltar também que, ao ingressar em uma universidade pública, você estará sujeito a lidar com greves, falta de infraestrutura de laboratórios e outros problemas que podem atrasar sua formação. Portanto, optar pelo Prouni pode ser uma opção melhor, caso não esteja disposto a isso.

Agora que você já conhece os três principais sistemas governamentais de ingresso à faculdade, chegou a hora de conhecer outras possibilidades: os mecanismos de cotas do ensino superior no Brasil, que servem para garantir o acesso à graduação para pessoas que costumam enfrentar maiores empecilhos quando buscam uma carreira profissional.

Cotas PPI

As cotas PPI (Pretos, Pardos e Indígenas) fazem parte da Lei de Cotas. Essa medida possibilitou os estudantes de escolas públicas, afrodescendentes, pardos e indígenas terem acesso às instituições do ensino superior. Sendo assim, para concorrer às vagas por meio das cotas, é necessário que o estudante comprove duas condições: tenha estudado os três anos do ensino médio na rede pública e se autodeclare preto, pardo ou indígena.

A quantidade de vagas destinadas aos estudantes que atendem aos pré-requisitos das cotas PPI depende de subdivisões adotadas pelo MEC. Ou seja, para calcular o número total de vagas destinados a pretos, pardos e indígenas, é necessário que o IBGE analise a quantidade de pessoas que são classificadas nesses grupos e que residam nas regiões onde as faculdades estão inseridas.

Cotas PCD

Outro grupo que pode ter cotas na hora de entrar na faculdade é o que abrange as pessoas com deficiência. Por isso, elas recebem o nome de Cotas PCD, e são oferecidas para quem apresenta necessidades especiais que possam ser comprovadas por laudo médico. Então, caso você tenha alguma deficiência e queira concorrer, é preciso fazer o Enem, pois ele permite a inscrição nas bolsas e financiamentos.

Como você viu, as bolsas do Governo podem facilitar o seu ingresso no ensino superior, e existem oportunidades para diversos públicos. Antes de decidir qual delas é a mais adequada para você, vale a pena analisar sua renda familiar e consultar se a instituição de ensino onde você pretende ingressar oferece essas possibilidades.

Além de contarmos com o Prouni e o FIES, oferecemos diversas outras possibilidades ajudar para quem quer transformar o próprio futuro! E se você está curioso para saber o que podemos oferecer para que sua educação seja 100% de qualidade, confira agora mesmo como é estudar na Anhanguera!

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