Como é a faculdade de Química? Descubra aqui!

faculdade de Química

Se você teve uma matéria preferida na escola, certamente, já pensou em encontrar alguma graduação na qual pudesse continuar estudando-a e até, quem sabe, atuar com ela no seu futuro profissional, não é mesmo?

Um bom exemplo disso é a faculdade de Química, na qual você consegue unir as duas coisas e ainda contar com boas perspectivas para o mercado de trabalho — o que é uma ótima notícia para os apaixonados da área de exatas.

Justamente por isso, aproveitamos este post para mostrar como é o curso de Química, para quais alternativas de carreira ele prepara e, de quebra, algumas curiosidades sobre essa formação e ramo profissional. Animado para acompanhar tudo? Então, vamos ao texto!

Qual é o objetivo da faculdade de Química?

A faculdade de Química conta com duas habilitações: Bacharelado e Licenciatura. Isso significa que cada uma delas conta com propostas de ensino e formação profissional diferentes, o que acaba, por sua vez, impactando os objetivos dessas graduações.

A Licenciatura, por exemplo, é um curso que ajuda a se desenvolver como educador, preparando você para assumir, em um futuro breve, o trabalho de compartilhar conhecimento e instigar os outros a terem maior contato com a Química e, consequentemente, a área das ciências.

O Bacharelado não tem a mesma proposta. Na verdade, ele apresenta ao cenário mercadológico do país, expondo locais em que os conhecimentos químicos são necessários e quais as atividades nas quais estão envolvidos. Ou seja, os campos de atuação que você pode assumir após finalizar a sua graduação.

Qual é o perfil do estudante de Química?

Quem deseja estudar Química precisa adotar uma postura de aprendizado interdisciplinar. O motivo disso é que o curso, apesar de tratar desse campo do saber, traz conexões frequentes com outros segmentos das ciências: a física e a biologia — tanto é que essa formação se torna uma opção de faculdade para quem gosta de Biologia. Logo, é preciso estar preparado e disposto a lidar com esses momentos multifacetados.

Outro ponto importante para o perfil do estudante de Química é que ele se autodetermina ao se aperfeiçoar cada vez mais, independentemente das dificuldades que possam aparecer no caminho.

Afinal, a Química é uma área que conta não só com aspectos teóricos, mas também com múltiplos processos possíveis que precisam ser estudados, explorados e praticados repetidas vezes. Um trabalho que não é simples ou rápido, mas que garante o domínio sobre técnicas essenciais para o exercício da profissão.

Do ponto de vista comportamental e social, também há algumas características que fazem a diferença na vida acadêmica (e, em seguida, na profissional). Entre elas, podemos citar a proatividade, o potencial de adaptação a novas situações, a capacidade de atuar de modo colaborativo com outras pessoas e o interesse pessoal por assumir a liderança em momentos de decisão.

O que vou aprender no curso de Química?

Obteve a aprovação no vestibular e está ansioso para começar a faculdade? Pois saiba que os conteúdos dela não são ofertados de forma avulsa. Ao contrário: seguem uma ordem cronológica de apresentação de acordo com os eixos de conhecimento da formação. Eles são: tópicos de química, tópicos de atuação mercadológica e tópicos de reconhecimento da área profissional.

No primeiro deles, como o nome já dá uma pista, você expande o seu conhecimento sobre o que significa a Química e começa a exercitá-la no ambiente acadêmico, o que envolve uma prática laboratorial complexa. No segundo, há um aprofundamento no objetivo da graduação — que é justamente aquilo sobre o que falamos no primeiro tópico, com relação às diferenças existentes entre o Bacharelado e a Licenciatura.

Por último, os tópicos de reconhecimento da área profissional apresentam ao contexto histórico da criação da categoria dos químicos — que remete à década de 1930 —, às mudanças históricas e legais no exercício dessa carreira e aos órgãos envolvidos na regulação da profissão. É algo que estará sempre presente quando você ingressar no mercado.

Quais são as matérias do curso de Química?

Como já mencionado, tanto o Bacharelado quanto a Licenciatura têm parte da estrutura curricular parecida, porque apresentam aos estudantes os diferentes aspectos teóricos e experimentais que envolvem a Química. É por isso que, em ambos, você encontrará disciplinas como: Química Geral, Química Orgânica, Química Inorgânica e Química Analítica.

Em Química Geral, você estuda os aspectos gerais dos elementos químicos conhecidos, os estados das matérias e das transformações que podem ser obtidas, as categorizações da tabela periódica, os parâmetros de ligações físicas e biológicas etc.

Por sua vez, Química Orgânica trata os componentes orgânicos (que envolvem a presença de carbono em diferentes ligações), assim como as operações e as reações geradas.

Química Inorgânica traz em detalhes compostos, ligações, propriedades e estruturas dos elementos presentes na natureza. Por último, mas não menos importante, há a Química Analítica, que leva os alunos a terem contato com as técnicas de avaliação laboratorial — que incluem medidas, teorias, conceitos de equilíbrio, agentes externos e muito mais.

Qual é o tempo de formação em Química?

O tempo de formação em Química é o mesmo tanto para o Bacharelado quanto para a Licenciatura. Isto é, cerca de oito semestres. Porém, é importante entender que isso não significa, necessariamente, que você deverá passar por essa quantidade de períodos letivos.

A gente explica melhor: quando você é transferido de uma instituição para outra, ou mesmo se já fez uma graduação, é possível solicitar aproveitamento de matérias — dependendo, é claro, das disciplinas cursadas e dos conteúdos programáticos de cada uma. Ou seja, nesse cenário, é possível adiantar o ritmo do curso.

Há ainda outro detalhe: muitas pessoas optam por ter dupla habilitação em Química. Ou seja, se graduarem no Bacharelado e na Licenciatura com o objetivo de terem mais oportunidades de atuação profissional no mercado. Se essa ideia também passa pela sua mente, saiba que pode obter esse feito de maneira bem simples.

Basta lembrar que ambas as formações contam com várias disciplinas em comum. Logo, ao terminar uma graduação, você não precisará repeti-las: apenas será necessário cursar as matérias específicas daquela habilitação, terminando, assim, a segunda faculdade em um ou dois anos.

Apesar dessas distinções, uma coisa é fato: as duas habilitações compartilham o igual universo da Química enquanto campo do saber. Ele leva você a estudar, se aprofundar, pesquisar e ter uma visão mais ramificada dos princípios e das teorias que regem esse campo e como ele se relaciona tanto com a natureza quanto com a ação humana.

Como ter a mensalidade da faculdade de Química mais em conta?

Muitos estudantes se preocupam quanto ao custo da faculdade, pois ficam receosos de que o valor pese no bolso e chegue, inclusive, a comprometer o orçamento pessoal/familiar. Se esse é o seu caso, tranquilize-se! Isso porque você pode contar com a Anhanguera para ter menos despesas durante o curso, combinado?

Para começar, a graduação EAD em Química tem uma mensalidade reduzida, pois a instituição tem menos gastos com espaço físico e repassa essa diferença para os alunos — pensando justamente em ofertar ensino de qualidade e com preço acessível.

Não podemos deixar de falar também que a Anhanguera conta com convênio com diferentes empresas do país. Se aquela na qual você trabalhar estiver na lista, é possível ter acesso a descontos exclusivos durante a graduação. Que tal a novidade?

Fora isso, a faculdade libera anualmente bolsas que ajudam a reduzir (e muito) os seus gastos enquanto estudante. Por exemplo, há a bolsa transferência para quem pensar em sair de outra instituição e se matricular na Anhanguera.

Para ter ideia, ela abate entre 30% a 60% do custo da mensalidade. Por sua vez, a bolsa primeiro semestre corta 20% da mensalidade nos seus seis primeiros meses de estudo.

Já a bolsa incentivo é especial. Isso porque ela é planejada justamente para os estudantes que estão em uma situação financeira delicada e não querem abrir mão de se graduar — algo que é um investimento para a vida toda. Justamente por isso, traz condições especiais no abatimento das despesas desses alunos.

Ah, tem mais ainda: a Anhanguera conta com benefícios por pontualidade nos pagamentos e pela efetivação antecipada da matrícula nos semestres, além de premiações como o Amigo Vale-Prêmio. Nela, você recebe descontos na mensalidade quando indica amigos para estudar na Anhanguera.

Qual é a média de brasileiros que estudam Química?

Ao todo, há cerca de 51.305 brasileiros estudando para se tornarem futuros químicos. Porém, é preciso ter em mente que as coisas não são, como diz o ditado, apenas preto no branco. É preciso entender melhor o que representa esse número e o que está por trás dele.

Para isso, vamos recorrer ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) que divulga balanços anuais do ensino superior no país. Eles são muito importantes para todo o setor da educação, mas para a sociedade em geral entender como andam os avanços e as mudanças nessa área.

Em 2019, foi lançado o último deles — responsável por trazer alguns dados bem interessantes sobre como anda o panorama do curso na atualidade.

Entre eles, podemos citar, por exemplo, o fato de que, ao todo, há 93 instituições de ensino que ofertam o curso de Bacharelado em Química, enquanto a Licenciatura em Química está presente em 196 faculdades — um pouco mais que o dobro da primeira habilitação.

Outro ponto marcante é que o número de inscritos nos vestibulares para Bacharelado em Química bateu a casa de 18.294 em 2019. Nesse mesmo período, 81.188 brasileiros se candidataram a uma vaga na Licenciatura em Química.

Vale mencionar que, no mesmo ano relatado, 38.517 vestibulandos foram aprovados e ingressaram na Licenciatura em Química. Já entre aqueles que optaram pela outra habilitação, cerca de 12.788 entraram na faculdade de Química (Bacharelado).

Por último, mas não menos importante, os números dos concluintes nas duas habilitações não são muito distantes um do outro. Por um lado, 3.945 estudantes finalizaram o curso e se tornaram licenciados. Por outro, 1.795 se graduaram e se tornam bacharéis em Química.

Química é o mesmo que Engenharia Química?

A resposta para essa pergunta é bem simples: embora tenham nomes parecidos, Química e Engenharia Química não são a mesma coisa.

De modo simplificado, a primeira se refere à docência de uma área científica e à realização (e coordenação) de processos químicos (laboratoriais ou não). A segunda, por sua vez, trata-se de uma subárea das Engenharias focada, especificamente, no setor industrial.

Quem deseja seguir essa profissão precisa ter a formação em Engenharia Química. Nela, a pessoa se qualificará a projetar as instalações químicas das fábricas e a desenvolver, alterar e fazer a manutenção de equipamentos e de materiais tecnológicos para as atividades industriais.

Outra característica marcante desse segmento é que as atividades químicas que eles realizam são focadas em separação de componentes, modelagem de materiais e conversão de elementos em outros — procedimentos frequentes em linhas de produção.

Como é o mercado de trabalho para a área de Química?

As perspectivas para quem faz uma graduação em Química e ingressa no mercado de trabalho são bem interessantes, viu? Isso porque o portal Vagas identificou por meio de levantamento que o salário médio da categoria é de R$ 3.010,00*, podendo chegar a mais do que o dobro no topo da carreira — isto é, R$ 6.300,00*.

Já o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), por meio de relatório nacional, destacou que esse ramo profissional tem uma média de 38,88 horas semanais de carga de trabalho e uma média de empregabilidade — considerando o número de formados em Química ativos nesse segmento — de 93,04%. Dados bem animadores, não é mesmo?

Quais são as possíveis atuações de um profissional formado em Química?

A principal área de atuação para quem faz um curso superior em Química é a docência. Afinal, a Licenciatura é focada nessa atividade tão necessária na formação básica de todos os brasileiros, estando presente no ensino fundamental II e — com ainda mais relevância — no ensino médio.

Há também aqueles que escolhem ser professores, mas sem atuar em escolas. Esse é o caso de quem almeja a carreira acadêmica pelo desejo de lecionar Química avançada — o que só será possível nas faculdades —, trabalhar com pesquisas científicas, comandar centros laboratoriais institucionais, integrar programas de extensão universitária etc.

Muita gente não sabe, mas também é possível para o licenciado atuar com consultoria instrucional no setor industrial — a respeito de materiais, medidas de biossegurança e uso de laboratórios — e no desenvolvimento de material didático em editoras para os diferentes níveis de educação — básica, técnica e superior.

Já o Bacharelado em Química abre as portas para outros tipos de atuação. Uma das mais comuns é a realização de atividades de fabricação, testagem e liberação de produtos químicos para uso exclusivo no setor industrial, no ramo farmacêutico ou de consumo generalizado — isto é, aqueles comercializados para todos os cidadãos.

Há também o trabalho realizado nos laboratórios das indústrias nos quais os químicos promovem análises, pesquisas e reações com materiais de diferentes propriedades bioquímicas a fim de elaborar novos itens ou aperfeiçoar produtos antigos.

Além disso, é comum ver profissionais da área em companhias de saneamento básico, sendo responsáveis por processos químicos no tratamento e no reaproveitamento de água, controle de resíduos, operações de higienização de redes de esgoto etc.

Já outros ingressam nos departamentos de sustentabilidade nas organizações que trazem impacto direto ao meio ambiente. Assim, contribuem para o controle, o armazenamento e o descarte de materiais químicos que podem provocar contaminações do solo, da água e até mesmo do ar.

Quais são as vantagens de investir em uma faculdade de Química?

Como dito anteriormente, licenciados e bacharéis em Química têm a possibilidade de atuarem no ramo industrial. É uma vantagem muito boa para ambos os grupos, pois ele faz parte da tríade de principais setores que movimentam o mercado brasileiro.

De acordo com os dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), há mais de 1,9 milhão de indústrias na nossa nação. Esse número expressivo mostra que o mercado está aquecido e apto a absorver muita mão de obra qualificada em Química para:

  • continuar a crescer;
  • inovar em soluções para o público consumidor;
  • expandir os negócios;
  • adotar medidas de produção com melhor custo-benefício.

Em outras palavras, a taxa de empregabilidade se manterá em alta e o melhor: você terá cada vez mais opções de vagas com bom retorno financeiro e possibilidades múltiplas de benefícios.

O que é o Conselho Federal de Química?

O Conselho Federal de Química (CFQ) é o órgão responsável pela categoria dos químicos em todo o território nacional. Ele foi intitulado como responsável por tal missão há mais de 60 anos pela lei n.º2.800/56.

Desde então, o CFQ é quem representa, a nível legal, as demandas trabalhistas dos profissionais da área e fica a cargo de resoluções, pareceres, decretos e afins que buscam aprimorar e tornar mais justas as condições de atuação dos químicos.

Mas não para por aí, viu? O órgão também assume o papel de reconhecer quais são ou não as atividades exercidas por quem é do ramo, delimitando, inclusive, as tarefas tidas como exclusivas dos químicos — isto é, que demandam formação acadêmica em Química para serem realizadas.

Outro ponto relevante do CFQ é que ele fiscaliza os aspectos técnicos e éticos do trabalho dos profissionais do segmento, garantindo, assim, que atendam às demandas das instituições e zelem pela boa relação da categoria com a sociedade e o mercado.

Justamente por isso é necessário que, uma vez concluída a sua graduação (seja Bacharelado, seja Licenciatura), você faça o registro no Conselho Regional de Química que abrange o seu estado. Só a partir daí será possível atuar formalmente no setor e com a consequente regulação do órgão profissional.

Por que vale a pena estudar na Anhanguera?

Porque a Anhanguera é uma instituição que busca não apenas assegurar uma formação inovadora aos alunos, mas também proporcionar diferenciais que estimulem a participação deles em atividades acadêmicas e de capacitação profissional.

É por isso que os cursos são desenvolvidos, independentemente das modalidades (presencial, 100% online e semipresencial), com metodologia ativa. Ela visa que cada estudante tenha um papel mais decisivo e autocondutor no ritmo de estudo, na forma de aprendizado e na complementação de conhecimento.

Eles também contam com um formato de avaliação de desempenho muito mais humanizado e empático, que não se baseia exclusivamente em notas obtidas em exames, mas sim o oposto: considerando os seus avanços pessoais em cada disciplina.

Além disso, a faculdade mantém um sistema de apoio personalizado para auxiliar e facilitar a sua adaptação à graduação escolhida, a superação de desafios que surgem ao longo dos semestres e a sua preparação para fases marcantes da formação (como a produção do Trabalho de Conclusão de Curso e o início dos estágios obrigatórios).

E ainda tem mais, viu? A Anhanguera promove continuamente a Aula Destaque. Ela traz grandes e conceituados profissionais de diversos setores do mercado para lecionarem aos estudantes e discutirem a conexão das disciplinas vistas em sala de aula com a realidade laboral de cada categoria.

Por último, vale mencionar que a faculdade ainda mantém uma rede exclusiva, chamada de Canal Conecta. Nela, os graduandos ficam por dentro dos mais recentes processos seletivos de estágio, trainee e emprego que estão abertos nos ramos deles.

Dessa forma, aumentam as chances de esses universitários ingressarem em uma organização (pública ou privada) e começarem a expandir os próprios currículos.

Dê o primeiro passo para estudar a matéria que é a sua paixão!

Como mostrado no decorrer do post, a faculdade de Química é uma formação que estimula a ter um aprendizado constante, aproxima das práticas científicas e, dependendo da habilitação, ainda prepara para diversas atividades no mercado de trabalho. Portanto, não há dúvidas: o curso certo para quem busca uma carreira flexível, rica em conhecimento e de impacto social.

Por isso, se você está interessado nessa graduação, já sabe o que fazer. Veja o passo a passo para se inscrever no vestibular Anhanguera e comece o seu futuro profissional o quanto antes!

* Sujeito a alterações.

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