Ciência de Dados: tudo que você precisa saber sobre o curso

ciência de dados

A área da tecnologia está a todo vapor, e não é para menos: qualquer empresa precisa de equipes para desenvolver sistemas, fazer manutenções, conectar bancos de dados e transformar dados dos potenciais clientes em oportunidades de negócio, entre outras demandas. Nesse contexto, podemos provar que a graduação em Ciência de Dados é uma excelente aposta.

Neste conteúdo, reunimos tudo que você precisa saber sobre o Tecnólogo em Ciência de Dados –– do perfil profissional requisitado no mercado às oportunidades disponíveis para quem escolhe esse segmento. Por fim, mostramos como a Anhanguera pode ajudar em sua jornada rumo a uma carreira de sucesso. Acompanhe com a gente!

O que vou aprender no curso de Ciência de Dados?

Para entender o que se aprende nessa graduação, é preciso saber o que é Ciência de Dados. Também conhecida como Data Science, ela envolve a transformação de dados brutos, coletados pela internet afora, em informações estruturadas –– ou seja, conhecimentos estratégicos que auxiliem o crescimento sustentável de uma empresa.

A Ciência de Dados combina métodos científicos, estatísticas e análises de dados para chegar a esse objetivo. Essas informações podem vir de diferentes navegações dos usuários: das páginas da web, dos aplicativos baixados nos smartphones, formulários preenchidos e assim por diante.

Nesse sentido, o cientista de dados precisa adquirir conhecimentos complexos ao longo de sua formação. Na faculdade, ele deve aprender tudo sobre extração, análise e armazenamento de dados. Também desenvolve suas habilidades de interpretação de relatórios para apresentar à gestão das empresas.

Como a Ciência de Dados anda de mãos dadas com a Inteligência Artificial e outras tecnologias, esse será outro foco de estudos no curso. O futuro profissional precisa implementar inovações em sua atuação, de acordo com as tendências do mercado e as regras de negócio.

Qual é o perfil do estudante e profissional da Ciência de Dados?

Sabe aquelas questões de lógica e estatística que caem no Enem Digital ou presencial? Geralmente, o futuro cientista de dados é aquele candidato que manda bem nelas e praticamente gabarita a prova de Matemática e suas tecnologias. Isso porque, como veremos, são parte importante da grade curricular da graduação.

Há outras habilidades que são diferenciais à sua carreira, sobretudo as de comportamento. Profissionais de tecnologia, às vezes, depositam toda sua atenção na técnica, deixando as soft skills de lado. Porém, ao chegarem em grandes empresas ou mesmo nas pequenas, com a equipe de desenvolvimento, passam aperto nos relacionamentos interpessoais.

Se você tem um perfil mais reservado e introvertido, não há problema! O que estamos falando aqui não é para ser o profissional mais falante e ativo da empresa. A ideia é saber lidar com emoções próprias e de terceiros, alinhando expectativas para que o trabalho seja agradável a todos. Isso é essencial em profissões nas quais o trabalho em equipe é intenso –– como é o caso da Ciência de Dados.

Nesse sentido, saber se comunicar deve ser uma prioridade. Para chegar às melhores soluções, será preciso conversar com superiores, colegas e até com o cliente, em muitos casos. Se você não apresenta suas ideias de forma clara e direta, os ruídos na comunicação levam a mal-entendidos e frustração.

Criatividade também contribui para uma atuação estratégica, pois o profissional pensa fora de sua zona de conforto para resolver problemas complexos. Confiança na própria expertise é outro atributo que garante destaque tanto ao longo da graduação quanto no mercado de trabalho.

Como é a grade curricular do curso de Ciência de Dados?

A grade curricular dessa graduação deve ser bastante dinâmica e atual. Isso garante ao profissional a base de conhecimentos para uma atuação estratégica e imprescindível no mercado. Por isso, é importante escolher a instituição de ensino de acordo com essas disciplinas, para ter uma formação de acordo com as suas expectativas.

Veja o que você vai encontrar na grade curricular do curso de Ciência de Dados na Anhanguera:

  • Algoritmos e Programação Estruturada;
  • Análise Exploratória de Dados;
  • Arquitetura de Dados;
  • Bancos de Dados em Nuvem;
  • Bancos de Dados Não Relacionais;
  • Cálculo Diferencial e Integral;
  • Data Mining;
  • Educação a Distância;
  • Engenharia de Dados;
  • Equações Diferenciais;
  • Estrutura de Dados;
  • Geometria Analítica;
  • Governança Corporativa;
  • Linguagem de Programação;
  • Lógica Computacional;
  • Machine Learning;
  • Matemática Básica;
  • Matemática Discreta;
  • Modelagem de Dados;
  • Otimização e Pesquisa Operacional;
  • Probabilidade e Estatística para Análise de Dados;
  • Processamento de Linguagem Natural – Nlp;
  • Programação e Desenvolvimento de Banco de Dados;
  • Programação Orientada a Objetos para Dados;
  • Redes Neurais e Deep Learning;
  • Segurança de Dados;
  • Sociedade Brasileira e Cidadania;
  • Técnicas de Inteligência Artificial.

Todo esse conhecimento adquirido em sala de aula é essencial para uma atuação estratégica no mercado, concorda? Mas, aqui na Anhanguera, a gente vai além. Oferecemos as disciplinas de Estudos Dirigidos (ED), que são gratuitas e online. Nelas, é possível aprender algumas das principais Habilidades Digitais que as empresas valorizam em um profissional. Veja exemplos:

  • Cultura Digital;
  • Design Thinking;
  • Marketing Digital;
  • Mindset Ágil;
  • Projeto de Vida.

Quais são as modalidades de ensino disponíveis para o curso de Ciência de Dados?

Você sabia que os cursos de graduação podem ser feitos em 3 modalidades de ensino? São elas:

  • presencial: o estudante comparece à faculdade de segunda a sexta, praticamente. As exceções são quando ele consegue eliminação de matérias, por já ter cursado em outra faculdade –– comum a alunos de transferência;
  • 100% online: todos os conhecimentos são adquiridos pela internet, com apoio das ferramentas do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). Conteúdos em textos, vídeos, exercícios e trabalhos estão disponíveis a qualquer momento pela plataforma. São raras as vezes em que o estudante precisa ir à faculdade;
  • semipresencial: modalidade a distância, com atividades presenciais. Ela reúne as vantagens dos formatos anteriores.

Aqui na Anhanguera, o curso superior em Ciência de Dados é oferecido no EAD 100% online. Assim, você tem mais flexibilidade para estudar de onde estiver e no momento ideal da sua rotina. Isso facilita a sua vida, podendo até conciliar a faculdade com estágio, emprego e outros compromissos.

Como profissionais de tecnologia já conseguem emprego com facilidade antes mesmo da conclusão do curso, essa flexibilidade é essencial. Assim, não é preciso escolher entre um objetivo e outro.

Quanto tempo leva a formação em Ciência de Dados?

O curso de Ciência de Dados é oferecido no formato de Tecnólogo, com curta duração. Isso quer dizer que você se forma em 2 anos e meio (5 semestres). Isso significa que, em pouco tempo, já terá o diploma em mãos para atuar como cientista de dados.

Se você duvida que esse tempo seja suficiente para aprender tudo sobre a área, pode ficar tranquilo. O Tecnólogo é uma graduação extremamente focada na atuação profissional –– até as teorias são vistas em sincronia com as atividades práticas. Os estudantes colocam a mão na massa para aprender as técnicas, linguagens, metodologias, entre outros conhecimentos.

Reforçamos que o diploma do Tecnólogo é igualmente valorizado no mercado de trabalho. Até porque é uma formação de nível superior, assim como o Bacharelado e a Licenciatura. O que muda é a duração e o foco na prática, dando base a verdadeiros especialistas no segmento.

Será que vale a pena investir na carreira em Ciência de Dados?

Se você gosta de inovações e o trabalho com dados parece interessante às suas expectativas, a resposta é sim. Como veremos ao longo deste conteúdo, é um segmento que oferece remunerações bem atrativas e oportunidades amplas de atuação no mercado. Será um profissional que não terá tempo ruim na busca por emprego.

Tendo em vista a quantidade de dados que produzimos todos os dias nas redes sociais, o cientista de dados se torna essencial para as empresas. É seu trabalho que contribuirá para tomadas de decisão certeiras, de acordo com as preferências do público-alvo do negócio. A valorização profissional é outra grande vantagem dessa área.

Principalmente se escolher uma faculdade de excelência na Ciência de Dados, terá bons diferenciais para inserir no currículo. Com isso, pode disputar vagas no mercado sem qualquer dificuldade.

O que faz um profissional da Ciência de Dados?

O cientista de dados, ou data scientist, será o profissional responsável por todos os dados que circulam dentro de uma empresa. Ele reconhece padrões, organiza informações semelhantes, define quais delas são verdadeiramente úteis e, com seus conhecimentos, transforma tudo isso em narrativas mais compreensíveis para os gestores.

É sua atuação que permite, por exemplo, ao time de Marketing a compreensão de quem é o público-alvo do negócio. Ou, então, qual o ticket médio de compras no e-commerce, a região em que está a maioria dos consumidores etc. Com esses insights em mãos, é possível fazer campanhas personalizadas e com melhor custo-benefício no retorno.

Seu conhecimento precisa ser afiado e multidisciplinar. Isso envolve tecnologias como Inteligência Artificial, Big Data, Machine Learning e Deep Learning. Mas há também as linguagens de programação, algoritmos, regras de negócio e muito mais.

Quanto ganha um profissional da Ciência de Dados?

O cientista de dados tem uma média salarial de R$ 6.738,99* para uma jornada de 41 horas semanais, segundo dados do CAGED. Mas, à medida que investe em qualificação e diferenciais no currículo, essa remuneração pode se ampliar, chegando facilmente aos R$ 13.789,56*.

Vale lembrar que o profissional pode assumir diferentes níveis de atuação em uma empresa. Considerando as organizações de médio porte:

  • júnior: R$ 7.030,74*;
  • pleno: R$ 7.463,06*;
  • sênior: R$ 8.212,98*.

Outros fatores também têm impacto nos valores praticados pelas empresas para remunerar os cientistas de dados. Um deles é a região do país em que a vaga se encontra. Veja alguns exemplos de estados e médias salariais a seguir:

  • São Paulo: R$ 7.467,96*;
  • Amazonas: R$ 6.455,95*;
  • Santa Catarina: R$ 6.041,73*;
  • Paraíba: R$ 5.637,50*;
  • Rio de Janeiro: R$ 8.912,72*.

Empresas de diferentes tipos de atuação também ofertam remunerações distintas aos profissionais de Ciência de Dados, conforme os exemplos:

Teste Vocacional Rápido
  • consultoria em gestão empresarial: R$ 8.858,23*;
  • suporte técnico e manutenção: R$ 7.563,70*;
  • ensino superior/graduação: R$ 9.958,93*;
  • desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis: R$ 6.801,20*.

Para estagiários, o salário costuma ser mais baixo, com média de R$ 1.185*. Mas com um currículo poderoso e qualificação, é possível conseguir vagas como as do Nubank, que oferecem até R$ 4 mil para estágio.

Como é o mercado de trabalho para a área de Ciência de Dados?

As possibilidades de empresa em que o cientista de dados pode trabalhar são variadas. Tem espaço nas organizações de tecnologia, no mercado financeiro, em institutos de pesquisa e em instituições de ensino. Até mesmo hospitais e centros de saúde requerem a atuação do profissional.

Existem alguns dados (retirados do Global State of Enterprise Analytics) que nos levam a entender por que o cientista de dados será um profissional tão necessário por um bom tempo:

  • 92% das empresas consideram a cultura data driven (ou seja, aquela que se baseia em dados) muito importante ao implementar a transformação digital no negócio;
  • aqui no Brasil, já são 60% das organizações que priorizam Data & Analytics em suas estratégias para tomada de decisão.

Com isso, dá para perceber que, sem o investimento nessa área, as empresas podem ficar para trás. Para ganhar vantagem competitiva, precisam se antecipar às necessidades do público, com base em relatórios de análise de dados. O cientista pode ser esse profissional estratégico nas empresas.

Isso também abre espaço para o trabalho na cibersegurança. Com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), a captação, o manuseio, o armazenamento e outros usos de dados precisarão seguir determinadas regras –– com autorização expressa do proprietário das informações, que estará ciente de como elas serão trabalhadas.

Atuação no exterior

Uma das grandes vantagens das carreiras em tecnologia é a possibilidade de trabalhar para empresas estrangeiras, de maneira remota. Pela diferença de valores entre as moedas, a mão de obra brasileira é bastante valorizada –– sobretudo pela qualidade da atuação e o empenho nas atividades.

A grande vantagem para o profissional é trabalhar sem sair de casa e ganhando salários ainda mais expressivos. Se atuar para empresas da Europa e dos Estados Unidos, por exemplo, a diferença de valores pode ser bem alta, chegando quase a triplicar.

Preparação para o mercado

Para chegar ao mercado preparado para lidar com os desafios que envolvem os dados, é importante buscar a prática. Uma boa aposta nesse sentido são os estágios, que você pode fazer enquanto está na graduação. Muitas empresas contratam profissionais em formação para transformá-los em grandes especialistas.

Essa também é uma forma de descobrir a área de atuação ideal –– afinal, até mesmo em um segmento específico, como a Ciência de Dados, há diferentes demandas nas empresas.

Como conseguir boas oportunidades na área?

Você conheceu as remunerações e as oportunidades no mercado da Ciência de Dados. Mas como conseguir oportunidades de emprego com esses benefícios? O que é preciso para alcançar o sucesso na carreira? Separamos algumas dicas logo a seguir!

Invista na qualificação

A graduação é a primeira parte da sua qualificação. É na faculdade que se adquirem as competências técnicas para começar a carreira. Por mais que seja possível aprender por conta própria a partir dos materiais na internet, é o contato com os professores já experientes na área que direciona o seu aprendizado e oferece conhecimentos únicos.

Mas esse não deve ser o único investimento na sua qualificação. Afinal, os conteúdos da faculdade são bastante atualizados, mas esse é um segmento em constante evolução. Existem muitos cursos pontuais de especialização que, com poucas horas, já renovam os seus conhecimentos.

Trabalhe as competências e as habilidades necessárias

Como vimos, existe um perfil de cientista de dados. São competências que ajudam na atuação em equipe, nas tomadas de decisão individuais, entre outros cenários comuns à rotina profissional. É importante saber como desenvolver habilidades do futuro ao longo da graduação e em qualquer oportunidade de sua vida pessoal.

É possível fazer isso em qualquer relação interpessoal, com amigos, familiares, colegas de profissão etc. Aprenda a ouvir com atenção e a respeitar as opiniões diferentes das suas e saiba como apresentar os seus posicionamentos com firmeza e educação. Além disso, busque atividades para treinar a lógica para a resolução rápida e eficiente de problemas.

Aprenda idiomas

Por falar em competência, algo que vale a pena desenvolver é o domínio em outros idiomas. Tendo em mente as possibilidades de trabalhar no exterior e receber remunerações bastante atrativas, a fluência em inglês, por exemplo, já é um diferencial. Para não ser eliminado logo de cara no processo seletivo, vale investir nessa qualificação.

Há também a questão de materiais de estudo. Quando você sabe ao menos ler o idioma técnico da sua área, não precisa depender de traduções –– que, muitas vezes, demoram demais para chegar por aqui ou nem mesmo aparecem!

Quando falamos em idiomas, vá além do inglês, se possível. As vagas na Europa aparecem bastante, sendo interessante conhecer pelo menos o básico de italiano, francês, alemão ou o que você puder aprender.

Participe de comunidades de tecnologia

Vale lembrar que muito do seu conhecimento vem da prática e da observação. A maioria das técnicas, metodologias, códigos etc. vêm de fora. Para ficar por dentro dessas inovações, é interessante acompanhar as comunidades de tecnologia. Os profissionais que trabalham em países estrangeiros ou mesmo que têm contato com especialistas de lá costumam compartilhar essas novidades.

Caso tenha dúvidas sobre alguma linguagem de programação, metodologia ou qualquer tema, ainda pode solucioná-las nesse espaço. Em geral, os profissionais são bastante receptivos e solidários nesse quesito. A ideia é que cada um contribua ao menos um pouco para o crescimento de todos –– fora que não há competição, tendo em vista a alta demanda por colaboradores em tecnologia.

Fortaleça seu networking

As comunidades são apenas um dos locais em que o profissional pode fazer networking. Há também o LinkedIn, em que é possível trocar ideias, compartilhar vivências e aprender com as experiências de especialistas com anos de mercado. Vale contribuir para o fortalecimento da sua rede de contatos, oferecendo valor agregado em suas interações.

A faculdade também é um excelente espaço para essa prática. Você tem contato com professores atuantes no mercado, que já passaram pelas mesmas dificuldades que está notando no momento. Eles podem ser grandes aliados nas indicações para vagas e no contato com outros profissionais.

Como escolher a melhor faculdade de Ciência de Dados?

Uma faculdade de excelência faz toda a diferença na sua formação. Com professores altamente qualificados e apoio do início ao fim, é possível potencializar seu aprendizado. Assim, ao final da graduação, estará apto a lidar com tendências e desafios da área que envolve os dados.

Veja alguns aspectos para considerar ao escolher a faculdade de Ciência de Dados:

  • infraestrutura completa, tanto a física quanto a digital;
  • avaliação continuada, para que todas as atividades realizadas sejam válidas;
  • reconhecimento do MEC (Ministério da Educação);
  • tradição no ensino a distância, para a flexibilidade de seus estudos;
  • boa avaliação de alunos e ex-alunos;
  • formas de ingresso democráticas, como usar a nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e o vestibular online.

A Anhanguera tem tudo isso e muito mais. Entre os nossos diferenciais, temos a Aula Destaque e as Trilhas de Carreira, para aprimorar seus conhecimentos com vivências de outros profissionais e aquisição de competências complementares. O aprendizado vai bem além da sala de aula virtual!

Por falar nisso, a Academia Tech da Anhanguera, do qual o curso de Ciência de Dados faz parte, é repleta de oportunidades. Durante a graduação, você pode participar de estudos com certificação de parceiros –– empresas renomadas como Oracle, Cisco, Microsoft, Amazon Web Services e Huawei. São conhecimentos em Google Ads, Java Script, HTML, SQL, Android e por aí vai.

Também temos parceria com o Canal Conecta, um portal de empregabilidade exclusivo para nossos alunos. Você pode encontrar sua vaga em Ciência de Dados nas melhores empresas do país. Há também a oferta de estágios, para potencializar o seu currículo antes mesmo de pegar o diploma em mãos.

Invista na sua qualificação!

O curso de Ciência de Dados certamente é uma boa aposta se você procura uma carreira em tecnologia. São remunerações atrativas e amplas oportunidades de emprego à sua espera nesse mercado. Lembre-se de que, para conquistar as melhores vagas, é importante investir na sua qualificação –– o que começa pela escolha do curso superior.

Então, agora que você já conhece tudo sobre o curso de Ciência de Dados da Anhanguera, faça a sua inscrição no vestibular! Vamos construir um futuro de sucesso juntos!

*Sujeito a alterações

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