Curso de Relações Internacionais: conheça a graduação e atuação

Curso de Relações Internacionais

Não faltam graduações, como a do curso de Relações Internacionais, que deixam os vestibulandos cheios de perguntas. Afinal de contas, embora o nome dele dê uma pista, nem todas as pessoas conseguem acertar na mosca o que se estuda nessa formação e para que tipo de carreira ela prepara o universitário.

Muitos, inclusive, acabam confundindo a proposta da área com a de outros ramos afins. Por conta disso, resolvemos esclarecer o que, de fato, é esse campo de estudo e trabalho e por que vale a pena investir nele. Pronto para descobrir? Então, continue lendo para não perder nenhum detalhe!

Qual é o objetivo da graduação em Relações Internacionais?

O curso de Relações Internacionais forma profissionais com uma visão sistêmica de trabalho que abrange muito além do mercado nacional.

Isso se deve ao fato de que você é capacitado para compreender a fundo a organização e a estruturação contemporânea das nações, conseguindo identificar nelas diferentes oportunidades de negócio para o Brasil — e aqui inclui-se não só o próprio Estado, mas os Governos atuais (federal, estadual e municipal), as instituições públicas e as empresas de ordem privada.

A partir disso, você atuará representando os interesses desses agentes políticos e/ou comerciais, o que envolve tanto atividades em solo nacional quanto projetos no exterior. Ou seja, é uma carreira desafiadora, dinâmica e que requer boa bagagem acadêmica para ser exercida.

Qual é o perfil do estudante e do profissional das Relações Internacionais?

Tanto o estudante quanto o profissional da área de Relações Internacionais devem desenvolver algumas habilidades sociais e comportamentais que vão ajudá-los ao longo da vida acadêmica e laboral. É o caso da boa e hábil comunicação tão necessária para defender propostas, negociar acordos e chegar a conciliações em caso de conflitos. Outra característica necessária é a resiliência.

Afinal, a jornada de um internacionalista não se trata de conquistas rápidas, mas sim de muito empenho em projetos complexos e que trazem inúmeras reverberações mercadológicas, políticas e sociais. A flexibilidade também é indispensável. Afinal, você precisará lidar com diferentes pessoas, sair continuamente da zona de conforto e atuar em espaços diversos e novos — principalmente em atividades no exterior.

Como é construída a grade curricular de Relações Internacionais?

A grade curricular de Relações Internacionais é pensada com base nos diferentes domínios do saber imprescindíveis na sua atuação profissional. São eles: a geopolítica, a economia e o comércio exterior.

A partir desses três eixos, são estruturadas disciplinas que trabalham o olhar crítico e analítico sobre os vínculos e as associações entre Estados e organizações (públicas e privadas) ao redor do mundo. Abaixo, mostramos mais delas. Veja!

Economia Brasileira

Em Economia Brasileira, os estudantes fazem uma investigação aprofundada sobre o nosso país, conhecendo detalhes sobre o mercado comercial e de trabalho, os setores com mais peso para os índices econômicos, o modelo tributário adotado no país e as políticas públicas de estímulo ao crescimento e ao desenvolvimento (regionais e nacionais).

Economia Internacional

Já em Economia Internacional, o foco do estudo é o exterior. Por isso, você aprende a estrutura e as vantagens competitivas de outras nações no cenário global, o papel do câmbio nas relações comerciais, as políticas protecionistas e intervencionistas no mercado, os sistemas de transações entre regiões etc.

Direito Internacional

Em Direito Internacional, o objetivo é que os acadêmicos entendam e reconheçam os mais relevantes aspectos legais de outras nações no que diz respeito à economia, ao território, ao regime de poder do Estado, aos direitos humanos, à seguridade social e muito mais.

Negociação e Gestão de Conflitos

Negociação e Gestão de Conflitos, por outro lado, é uma disciplina que reflete sobre os eventuais impasses (financeiros, logísticos, legais etc.) que surgem em transações internacionais e podem acarretar problemas para a pessoa jurídica que você representa. Justamente por isso, ela traz as principais estratégias para a mediação, o controle e a resolução dessas complicações.

Inglês Instrumental para Comércio Exterior

No curso de Relações Internacionais, você também estuda Inglês Instrumental para Comércio Exterior. Isso porque as práticas comerciais (aquisições, repasses, investimentos, acordos etc.) são feitas em larga escala na língua inglesa. Logo, é crucial ter conhecimento de como esse idioma é utilizado em situações profissionais e, acima de tudo, para traduzir documentos.

Integração Regional e Blocos Econômicos

Integração Regional e Blocos Econômicos coloca em foco a formação dos grupos socioeconômicos e como a dinâmica deles impacta a economia global. É o caso, por exemplo, do Mercado Comum do Sul (Mercosul), composto pelo Brasil e outros três países da América do Sul (Argentina, Uruguai e Paraguai).

Organizações Internacionais

A matéria de Organizações Internacionais traz um apanhado histórico dos principais acontecimentos globais que culminaram na criação de organizações que atuam na resolução de conflitos, no estabelecimento de resoluções políticas, na manutenção da economia mundial e afins. Entre elas estão a Organização Mundial do Comércio (OMC) e o Fundo Monetário Internacional (FMI).

Geografia Política

Geografia Política se aprofunda nos aspectos relacionais dos Estados na modernidade. Isso envolve não apenas fundamentos territoriais e as esferas de poder atuantes (judiciário, executivo e legislativo), mas também os porquês dos conflitos e das guerras que ainda acontecem dentro de uma mesma nação ou entre países (vizinhos ou não).

Segurança Internacional

Segurança Internacional aborda não só combates armados existentes, mas principalmente os cenários de hostilidade e as divergências no meio geopolítico. Algo muito comum entre potências econômicas que não se envolvem diretamente nos conflitos, mas têm relação de ganho (desde influência política até expansão territorial) com o surgimento e a manutenção deles.

Política Externa Brasileira

Política Externa Brasileira trata das ações do país frente a situações-problemas que requerem posicionamentos oficiais do Governo vigente — o que pode, inclusive, envolver alinhamentos a outras nações. Ela também discute questões como isolamento político, a participação do Brasil em acordos de cooperação com outras regiões etc.

Direitos Humanos

Além das que foram citadas, há também a matéria de Direitos Humanos. Ela aborda o impacto do tema, estabelecido desde a década de 1940 pela Organização das Nações Unidas (ONU), nas relações comerciais entre países com políticas distintas ou mesmo opostas em relação à liberdade, à individualidade, à igualdade e ao valor da vida dos cidadãos.

Como se chama quem é formado em Relações Internacionais?

Não há uma nomenclatura específica definida, por exemplo, por uma regulamentação ou um entendimento de um órgão federal que representa a categoria.

Porém, como você viu e verá mais a frente, desde 2018, o termo internacionalista vem sendo adotado para identificar quem conclui o curso de Relações Internacionais e atua como profissional da área.

Qual as habilitações disponíveis para Relações Internacionais?

Relações Internacionais é um curso disponível especificamente na habilitação de Bacharelado, o que não é à toa.

A formação traz componentes teóricos e práticos na grade curricular, além de explorar eixos de atuação, questões contemporâneas do ramo e panorama do mercado interno e externo. Logo, toda essa diversidade de assuntos demanda um projeto pedagógico mais extenso e carga horária mais elevada.

Qual é o tempo de formação para a faculdade de Relações Internacionais?

A faculdade de Relações Internacionais não se trata de um dos cursos superiores de curta duração. Ao contrário, por ser um Bacharelado, ela segue o padrão de duração desse formato de habilitação, com média de quatro anos.

No entanto, quem já vem de uma outra graduação tem a possibilidade de reduzir a carga de conteúdo por semestre e, dependendo da compatibilidade de matérias entre os cursos, até mesmo reduzir o tempo de formação. Portanto, se esse é o seu caso, vale a pena conversar com a instituição de destino para obter mais detalhes e averiguar a sua situação acadêmica.

Quanto custa uma faculdade de Relações Internacionais?

A mensalidade da faculdade de Relações Internacionais é estabelecida a partir dos critérios internos adotados por cada instituição autorizada pelo Ministério da Educação (MEC) a abrir e a ofertar esse curso. Na Anhanguera, você tem acesso a essa formação a partir de R$ 129,00* mensais. Um valor que, sem dúvidas, preza pelo custo-benefício.

Como funciona a faculdade de Relações internacionais na Anhanguera?

Você se questiona sobre como funciona a faculdade semipresencial na Anhanguera por achar que essa é a modalidade do curso de Relações Internacionais na nossa instituição? Então, vamos por partes. Embora tenhamos muitas graduações nesse formato, a formação de internacionalista é disponibilizada apenas no modo a distância.

Ou seja, suas aulas são 100% online, sem compromissos semanais no campus — o que, como sabemos, requer horários livres nos mesmos dias e turnos (manhã ou noturno, por exemplo), algo do qual nem todo mundo dispõe.

Portanto, você tem total flexibilidade de dar seguimento aos seus estudos de casa considerando o seu ritmo de compreensão e de assimilação de novos ensinamentos, bem como o o seu interesse por assuntos complementares àqueles abordados pela turma e pelos professores. Isso acaba aumentando a autonomia, proatividade e participação direta em novos aprendizados, o que é muito valioso para a formação profissional.

“Mas preciso ir à instituição em algum momento?”, você pode estar se questionando. A resposta é sim. Isso porque, como determina o decreto n.º 9.057/17, mesmo quem opta por estudar a distância deve cumprir algumas atividades presenciais obrigatórias.

Entre elas, estão o estágio supervisionado, as práticas laboratoriais e as avaliações das disciplinas. Portanto, apenas em casos assim será preciso que você frequente o polo de educação da Anhanguera mais próximo da sua residência.

Pegando o caso dos exames, por exemplo, os estudantes só vão duas vezes aos polos para fazer as provas semestrais. Ou seja, é programado com bastante antecedência e realizado de forma a impactar o mínimo possível a rotina.

Qual é a diferença entre Administração, Economia e Relações Internacionais?

Como dito, o internacionalista trata as negociações entre Estados e/ou organizações especificamente ao nível internacional. Esse tipo de atuação tem, sim, conexão com o trabalho realizado por administradores e por economistas, mas é preciso tomar cuidado para não confundi-los entre si e achar que é tudo a mesma coisa, viu?

Isso porque administrar diz respeito a ter o controle diretivo de uma empresa ou estar à frente da gerência dos setores internos dela, como o de marketing digital, o de vendas, o de recursos humanos etc. Lembrando que essas atividades da área da administração podem ser desenvolvidas nos mais diferentes contextos: dentro de um país (com cobertura local, regional e nacional), ou de forma globalizada (para duas ou mais nações).

Já as atividades de economia focam dois pontos. O primeiro envolve a análise e a projeção do cenário econômico no país, o que inclui assuntos como recessão e inflação. Eles afetam desde o cidadão comum até o mercado e o Estado.

O segundo, por outro lado, lida com as demandas tanto de empresas quanto de indústrias que desejam expandir os serviços e precisam alinhá-los aos hábitos de consumo da população, obter melhores incentivos fiscais, conseguir aportes financeiros para fazer investimentos no crescimento dos negócios e por aí vai.

Onde posso atuar após me formar no curso de Relações Internacionais?

Os principais segmentos de trabalho do internacionalista envolvem a atuação diplomática, o assessoramento político e a representação comercial.

O primeiro tem a ver com a promoção de acordos e de negociações entre países e/ou instituições. O segundo, por sua vez, diz respeito ao suporte dado a representantes políticos em viagens, em reuniões e em encontros com fins de tratado comercial. Já o terceiro se refere à captação de investimentos e de recursos para que as empresas possam se expandir e até atuar no exterior.

Além disso, é possível que o recém-formado na área opte por seguir a carreira de docente ou mesmo pesquisador. Nesse caso, ele dá continuidade à formação acadêmica com mestrado e doutorado. A partir daí, será possível exercer atividades em faculdades, em centros científicos e em instituições de pesquisa econômica.

Os profissionais da área têm um Conselho Federal próprio da categoria?

A resposta é não. Mas, para entender o motivo, é preciso, primeiramente, ficar a par das regulamentações profissionais no Brasil. Afinal, assim como acontece com outros segmentos, a área de Relações Internacionais não é regulamentada. Na prática, isso significa que ela é reconhecida legalmente, mas não requer por meio da legislação que as pessoas que desejam atuar nela sejam formadas em graduação A, B ou C.

Como resultado disso, não há uma organização específica de categoria que busca jurídica, política e socialmente representar os profissionais do setor ao mesmo tempo que fiscaliza, orienta e produz regimentos sobre as atividades que podem ou não exercer. Ou seja, os chamados Conselhos Federais — que, por sua vez, têm as representações locais, os Conselhos Regionais.

Apesar desse cenário, o Conselho Federal de Economia (COFECON), por meio da resolução n.º 1997/18, tem atuado para reconhecer o campo de estudo e de trabalho das Relações Internacionais e promover o registro oficial das pessoas que se formaram nele como internacionalistas.

Isso é possível porque o órgão tem considerado as formações conexas às Ciências Econômicas. Ou seja, aquelas que compartilham, pelo menos, cerca de 1/3 da grade curricular com esta última. Quando o caso é positivo, e o setor não tem regulamentação, o profissional pode efetuar o seu cadastro no COFECON.

Porém, é importante deixar claro que, apesar da possibilidade de registro no órgão, o internacionalista não pode assumir legalmente as tarefas dos economistas. Cada área continua tendo a autonomia e as particularidades de atuação preservadas.

Quanto ganha o profissional graduado em Relações Internacionais?

Um levantamento conduzido pelo site Vagas traz essa resposta: cerca de R$ 3.781,00* mensais. Porém, essa é apenas a média da categoria, ok? Afinal, como o instituto frisa, há profissionais que chegam a ter uma remuneração de R$ 6.000,00*. Portanto, não dá para negar: essa é uma carreira com bom retorno financeiro.

E tem mais: as oportunidades podem ser ainda melhores caso você seja um profissional concursado, atuando para representar os interesses do Estado e das organizações públicas nacionais no exterior.

Uma vez formado, vale a pena investir em uma segunda graduação ou em uma pós-graduação?

Ambas as alternativas são válidas para quem se forma e quer dar continuidade aos estudos para se manter atualizado e com um currículo cada vez mais competitivo.

Afinal, como aponta a pesquisa nacional do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o número de brasileiros com, pelo menos, uma graduação não para de crescer. Só em 2019, por exemplo, houve 1.250.076 novos graduados no país.

Porém, é claro, cada opção se encaixa melhor com um objetivo diferente. Se você deseja se aprofundar no campo das Relações Internacionais, principalmente no que diz respeito às políticas públicas, ao desenvolvimento socioeconômico e ao cenário comercial global, é uma ótima ideia investir em uma pós-graduação, como a especialização e o MBA.

Inclusive, um fato interessante é que dá para cursar duas pós-graduações simultaneamente sem problemas, aproveitando, assim, o fato de muitas delas serem ofertadas a distância e com tempo reduzido, entre seis a 24 meses.

Porém, se o seu interesse é ter uma atuação interdisciplinar em múltiplas áreas, a melhor saída, sem dúvidas, é fazer uma segunda graduação. Dessa forma, você terá o conhecimento teórico e prático, além da experiência de trabalho, em outra categoria profissional. Isso é muito útil principalmente às carreiras que demandam registro/habilitação de classe para que você possa exercer legalmente as atividades delas.

E o bom é que não faltam opções de cursos, não é mesmo? Há a faculdade de Direito, de Economia, de Administração, de Ciências Contábeis, Empreendedorismo e novos Negócios e muito mais.

Quais são as possibilidades de bolsas e de descontos para estudar Relações Internacionais?

Se você quer saber como estudar na Anhanguera pagando menos na mensalidade, aqui vai uma dica importante: os calouros têm acesso a diferentes possibilidades de bolsas e de descontos ao começar o curso que desejam — não importa se é um Bacharelado, uma Licenciatura ou um Tecnólogo. Entre elas, estão o desconto pontualidade, a bolsa primeiro semestre e a bolsa incentivo.

O desconto pontualidade funciona da seguinte maneira: se você é aluno de uma formação a distância e mantém o pagamento das mensalidades sempre em dia, consegue um abatimento no valor ao quitá-las com cartão de crédito ou boleto. Ou seja, é uma economia mensal que, em longo prazo, faz toda a diferença!

Já a bolsa primeiro semestre permite que os ingressantes na faculdade tenham um desconto de 20% em cada uma das seis mensalidades do primeiro semestre. O objetivo é tornar esse período de adaptação à vida acadêmica mais fácil.

Por fim, o bolsa incentivo é um benefício elaborado para os estudantes que precisam de apoio financeiro para arcar com os custos da graduação. Afinal de contas, a situação financeira de alguém não deve impedir de estudar, muito menos de ter uma oportunidade real de mudança de vida, não concorda?

Por que escolher a Anhanguera para se graduar em Relações Internacionais?

Quando você se questiona qual é o melhor EAD do Brasil, não ficam dúvidas: a resposta é Anhanguera. Afinal, a graduação de Relações Internacionais é disponibilizada com vasto suporte técnico, ambiente digital de ensino repleto de recursos didáticos, acompanhamento personalizado por tutores e diversos polos de educação disponíveis para você ampliar e aprofundar os seus estudos.

Além disso, a Anhanguera tem iniciativas que personalizam a experiência do estudante. É o caso da Aula Destaque com docentes que trazem conhecimento de mercado para as explanações e a Avaliação Continuada, que considera a performance do universitário conforme o desenvolvimento na graduação. Por fim, temos o Canal Conecta, que ajuda a descobrir novas seleções de estágio e emprego e se candidatar mais rapidamente a elas.

Chegou a sua vez de se tornar um internacionalista!

E aí, esclareceu suas dúvidas sobre o que realmente é o curso de Relações Internacionais e como funciona a atuação nesse ramo? Pois agora é o momento de dar o primeiro passo para montar um currículo de respeito, conquistar as melhores oportunidades do mercado e ter uma carreira de sucesso crescente como internacionalista. E, para isso, não tem nenhum mistério: é só começar a sua graduação na área!

Por isso, faça já a sua inscrição em nosso vestibular totalmente online e venha estudar na Anhanguera!

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