Um panorama sobre o mercado de trabalho brasileiro e as oportunidades

mercado de trabalho

Nos últimos tempos, ouvimos falar muito sobre crises na economia, inflação, desemprego e pessoas desiludidas com o cenário brasileiro. Além disso, recentemente tivemos reformas na lei trabalhista, impactando algumas relações profissionais. Acontece que todo esse contexto se tornou secundário diante da pandemia do novo coronavírus.

As dúvidas e os receios quanto à economia e ao mercado de trabalho atual se acentuaram, bem como a incerteza do que está por vir. O lado bom da história é que também tivemos as transformações digitais e os avanços da Inteligência Artificial como aspectos essenciais para a sobrevivência de empresas — que tiveram seus processos inteiramente modificados pelos longos períodos de isolamento e distanciamento social.

Dessa forma, uma coisa é certa: o jovem de hoje precisará buscar diferenciais em sua capacitação. Além de se dedicar a uma graduação, serão indispensáveis contínuas atualizações na área e a aquisição de competências interpessoais.

No momento dos estudos, a atenção aos detalhes, desde os primeiros dias de aula da faculdade, será relevante para a busca do primeiro emprego e a construção de uma carreira promissora.

Quer saber mais informações importantes para começar a se preparar bem desde já? É só acompanhar as próximas linhas. Você ficará por dentro de tudo, inclusive, conhecerá as carreiras mais propícias para o futuro!

Qual o cenário do mercado de trabalho brasileiro?

Reportagens e notícias sobre a grande crise econômica estão em todos os lugares já faz um tempo. O cenário preocupa e angustia grande parte da população, já que um dos efeitos desse contexto é a dificuldade de inserção no mercado de trabalho.

Apesar de 2019 ter trazido uma certa projeção de oportunidades melhores, dando-nos mais esperança com relação ao futuro, a crise desencadeada pela Covid-19 jogou a economia no chão. Para se ter ideia, apenas entre março e abril de 2020 1,5 milhão de brasileiros solicitaram o seguro-desemprego.

Esse panorama, entretanto, não é uma exclusividade do nosso país, já que a Organização Internacional do Trabalho (OIT) alerta para a possível erradicação de mais de 25 milhões de empregos em todo o mundo.

A quantidade de pessoas desempregadas vem crescendo consideravelmente e o período ainda é de cautela. Confira, a seguir, mais alguns aspectos relacionados ao que se espera desse novo mercado!

Aumento da competitividade

O ano de 2015 foi um dos mais expressivos em relação à dificuldade da economia no país. Empresas foram afetadas pela crise e pela alta inflação. O resultado? Precisaram fechar as portas ou enxugar boa parte dos cargos. Com isso, muitos funcionários foram demitidos, o que fez, a priori, crescer o nível de desemprego.

O cenário foi desanimador e difícil. Afinal, quando aumenta o número de pessoas desejando integrar o mercado de trabalho, a concorrência por uma vaga cresce proporcionalmente. Assim, aquelas empresas que conseguiram segurar as pontas se depararam com um número alto de candidatos às vagas.

Para os recrutadores, isso é de certa forma até positivo, pois eles podem contar com mais opções para decidir quem fará parte da equipe de funcionários — mas isso tem um efeito. As empresas também adquirem maior poder, conseguindo se tornar extremamente exigentes com relação às qualificações e às competências do novo candidato.

É possível que parte delas ainda nem ache necessário oferecer um salário vantajoso. O motivo é simples: se tem muita gente querendo entrar, há sempre alguém aceitará o que é oferecido. Nesse caso, a competitividade é grande, porque há muitas pessoas desejando ter a chance de melhorar de vida.

As longas filas de entrevista de emprego já eram uma situação desafiadora. Agora, com a economia mundial encolhida pelos efeitos da pandemia, a disputa por empregos será ainda maior: já se fala de cerca de 62 milhões de profissionais vulneráveis no mercado de trabalho brasileiro, que a qualquer momento podem entrar para a estatística dos desempregados. 

Crescimento da informalidade e da gig economy

Opções como marido de aluguel, diarista, motorista de uber, vendedor e freelancer têm aumentado. São pessoas sem carteira assinada, sem vínculo empregatício e com flexibilidade em fazer o próprio horário. Parte delas compõe a gig economy, termo que se refere a um tipo de trabalho pago por demanda de produção e, muitas vezes, realizado a distância, com ajuda da tecnologia.

Por um lado isso é positivo, já que a taxa de desocupação diminui. Segundo um levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o nível de desemprego no início de 2019 beirava os 12,5%. Em junho, diminuiu para 11,8%. Em números absolutos, isso significou o aumento de 609 mil pessoas remuneradas.

Porém, essa mesma pesquisa chegou à conclusão de que 41,3% dessa população ocupada é de trabalhadores informais, quantidade que cresceu bastante em relação aos anos anteriores e que foi fortemente afetada pela pandemia.

Claro que isso tem várias vantagens. O fato de, agora, muitas famílias terem mais acesso a alimentos e a bens de consumo melhora a satisfação e o bem-estar diante da vida. Todavia, isso também traz certas desvantagens.

A oscilação no rendimento familiar, por exemplo, impacta a economia no país. Como o mercado é informal, a maioria não contribui para o INSS — e isso afeta a conta da previdência. Essas pessoas também não têm acesso a determinadas garantias de CLT, como férias e seguro-desemprego, ficando vulneráveis em situações atípicas.

Por fim, há dificuldade de progressão na carreira e de melhoria do salário. Além do mais, falta legislação que responda todas as dúvidas referentes aos direitos e deveres desses trabalhadores.

Aumento dos desalentados

O termo “desalentados” se refere àquelas pessoas que passaram meses ou anos procurando por emprego, mas desistiram, por desilusão. Esse número bateu recorde no primeiro trimestre de 2019, chegando a expressivos 4,8 milhões. O Nordeste é a região onde concentra maior número desses desalentados, correspondendo a 60,4% do total.

Impactos da Reforma Trabalhista

Em 2017, foi aprovada a Reforma Trabalhista, que alterou mais de 100 artigos na CLT. Isso deu respaldo a contratações mais flexíveis, como o trabalho intermitente — colaborando para aumento da informalidade —, a flexibilização da jornada de trabalho, alterações nas normas de segurança e saúde e certas limitações ao acesso à Justiça do Trabalho.

Isso tudo gerou muitos debates e inseguranças, que, até hoje, ainda são discutidos entre governo, população e juristas, sem uma decisão definitiva. Propostas de novas alterações ainda estão em trâmite no Congresso Nacional.

Saída de brasileiros do país

A crise econômica e a dificuldade em conseguir um bom emprego geraram sentimentos de desesperança em alguns brasileiros. Desde 2014, aproximadamente, o número de pessoas que deixam o país cresce consideravelmente.

O destino costuma ser países necessitados de mão de obra, devido ao envelhecimento da população, ou aqueles que incentivam a entrada de trabalhadores estrangeiros. Só em 2018, foram 22.445 declarações de saída definitiva entregues à Receita Federal.

As diferenças entre os gêneros

A participação da mulher no mercado de trabalho tem crescido, porém, ainda é mais baixa que a dos homens. Em 2018, o índice de desemprego feminino ficou 0,8 ponto percentual maior que o masculino. O estudo é da OIT e revelou, ainda, que as disparidades entre as oportunidades para homens e mulheres estão relacionadas ao nível de desenvolvimento do país. Quanto menor, maior a diferença!

Além disso, elas encontram mais chances na informalidade, devido à facilidade da flexibilização da carga horária, do trabalho remoto e da conciliação com a maternidade, por exemplo.

O que esperar do mercado de trabalho para o futuro?

Duas mudanças específicas que nos esperam podem trazer tanto melhorias quanto complicações no mercado de trabalho: reforma da previdência e reforma tributária. Somado a isso, agora temos a crise do coronavírus — mais de 30% das empresas em todos os setores já sentiram os impactos negativos da Covid-19 nos negócios. 

Por isso, ainda é muito difícil fazer projeções, mas é possível observar alguns aspectos. Veja a seguir!

Com relação às oportunidades

Alguns economistas, antes da pandemia, seguiam otimistas em relação às mudanças na flexibilidade de trabalho. Para eles, o protecionismo exagerado aos trabalhadores fazia com que as empresas tivessem mais receio na hora de contratar, devido aos tributos a serem pagos depois. Com isso, optaram por manter o negócio mais enxuto, com menos trabalhadores contratados.

Um exemplo disso é um estudo feito por Matthew Serfling, em que se analisa como as leis de proteção impactam negativamente a operação das companhias. A tese chega à conclusão de que os altos custos no momento da demissão fazem as empresas empregarem menos — ou seja, menos oportunidades de vagas.

Nesse sentido, as inovações e as flexibilizações na CLT, como o trabalho intermitente, diminuiriam as inseguranças dos empresários em fornecer oportunidades de serviço. O problema é que, com as recomendações de isolamento social, nem mesmo as medidas do Governo para evitar desligamentos foram capazes de conter as demissões. Portanto, podemos esperar um mercado ainda mais enxuto e com menos contratações.

Apesar de tudo, a tendência é que a tecnologia continue se desenvolvendo em um nível exponencial. Isso modificará ainda mais as formas de trabalho e as necessidades das pessoas.

Quer um bom exemplo? Trabalhos a distância, que contam com ajuda de ferramentas tecnológicas e home office, aumentarão e novas profissões também surgirão. Outras tantas terão que repensar suas operações de serviço, para se ajustar a um novo mundo.

E tem mais: não precisamos ter medo da inteligência artificial. Com ela, sobrarão, para nós, apenas menos empregos manuais e repetitivos. O que acontecerá é que precisaremos focar em atividades insubstituíveis pelas máquinas.

Com relação aos profissionais

Dessa forma, os profissionais precisarão desenvolver novas habilidades, com o intuito de se ajustarem a tais exigências. Soft skills, como criatividade, são algumas delas. Ter capacidade para trabalhar com internet e tecnologia também será considerada uma competência fundamental.

Além do mais, já começamos a notar o envelhecimento da Geração Baby Boomers (nascidos entre 1940 e 1960) e da Geração X (nascidos por volta dos anos 1960 e 1970). O mercado de trabalho passará a ser dominado por Millennials e pela Geração Z, cujos valores relacionados à satisfação pessoal e profissional são totalmente diferentes dos grupos anteriores.

Dentre as características mais frequentes desses futuros profissionais estão:

  • mais qualidade de vida: cada vez mais eles buscam equilíbrio na profissão e vida pessoal. Abrir mão de regalias, como um salário alto, em prol de mais liberdade será uma decisão mais comum;
  • aceitação de flexibilidade: seguir o tradicional horário comercial não está em foco para a maioria. É possível que muitas empresas passem a adotar turnos flexíveis e trabalho remoto;
  • valores: esses profissionais buscarão por empresas que tenham valores parecidos com os seus. Ao contrário das outras gerações anteriores, eles não são muito ligados ao status do cargo;
  • mais foco em resultados: eles valem mais que a quantidade de horas trabalhadas.

Quais as carreiras de maior destaque?

De acordo com um levantamento do IBGE, profissionais com curso superior ganham, em média, 220% a mais que trabalhadores sem formação. Dessa forma, é possível notar que graduações são um diferencial no currículo. Ter essa qualificação, inclusive, nos ajuda a encontrar melhores vagas em bons sites de emprego, como no Canal Conecta.

As oportunidades são maiores até para quem pretende aderir ao modo mais moderno de trabalho, — o remoto —, já que a qualidade no serviço costuma ser uma forma de esses trabalhadores se sobressaírem.

Com relação às carreiras de maior destaque, grande parte envolve conhecimentos relacionados a finanças, tecnologias, vendas, recursos humanos. Alguns exemplos de profissões ou cursos são os seguintes.

Engenharia

Muito valorizada desde sempre, a Engenharia ainda está com tudo. Com o aumento populacional e a modernização das cidades, haverá mais demandas para obras relacionadas a alargamento de pistas, viadutos, novas rotas. O transporte público precisará se desenvolver para atender a população.

Novos prédios precisarão ser levantados. Inovações em instalações, de modo a otimizar o uso de energia, água e tecnologias serão implementadas. Saber projetar e construir, levando em consideração a sustentabilidade, será bastante valorizado.

Tecnologia da Informação e Ciência da Computação

Cursos voltados à área de tecnologia são um dos mais promissores. O desenvolvimento de aplicativos e de ferramentas que tenham o intuito de facilitar processos e aumentar a produtividade das pessoas será uma habilidade reconhecida. Programação de drones, desenvolvedor de UX (user experience), especialista em big data são só alguns dos possíveis campos, para se investir.

Finanças e Ciências Contábeis

Ainda que empresas e pessoas possam contar com a inteligência artificial, o auxílio dela estará voltado às atividades manuais e repetitivas. Caberá ao novo contador realizar análises, previsões e planejamentos estratégicos. Especializar-se em algumas áreas, como compliance empresarial, consultorias, contabilidade ecológica pode ser o diferencial.

Marketing Digital e Vendas

O futuro de várias empresas e profissões contará com o marketing digital para conseguir melhor colocação no mercado. A disputa é grande. O que todo mundo mais deseja é estar nos primeiros resultados do Google. Empresas investirão em formas para serem notadas, como redes sociais e blogs, com conteúdos relevantes.

O profissional que conseguir oferecer esses serviços aos clientes será muito bem-visto. Conhecimentos sobre SEO (otimização para motores de buscas), além de saber gerenciar mídias sociais e ter habilidades de copywriting e vendas são importantes aqui.

Agronegócio

Um dos pilares mais importantes da economia brasileira, agora, a Agronomia terá o amparo da Inteligência Artificial, para alcançar melhores resultados. Prever o dia ideal para plantação e controlar todo o processo, desde cultivo à venda, será mais simples. Fazer crescer a produção será interessante para a economia do país. A previsão é que especialistas nessa área tenham ganhos.

Meio Ambiente

Mudanças climáticas, preservação de florestas, estudos para evitar a extinção de animais e procura por práticas mais sustentáveis são assuntos em pauta atualmente, e que ainda serão relevantes nos próximos anos. A sustentabilidade tem sido valorizada dia a dia em diversas esferas, como empreendedorismo, agronomia, construção civil, nutrição, biomedicina etc.

Recursos Humanos e Psicologia

Pode parecer um paradoxo, já que robôs têm sido cada vez mais aperfeiçoados e enaltecidos. Mas saber lidar com pessoas, ter inteligência emocional, entender o comportamento humano serão um diferencial. Um profissional com um olhar mais empático poderá ajudar as pessoas a se desenvolverem pessoalmente.

No entanto, a tendência é a modernização na área de Psicologia, com a ampliação de atendimentos online e a utilização de ferramentas de Inteligência Artificial para ajudar a recrutar, selecionar, fazer entrevista coletiva, treinar, tratar fobias, entre outros.

Biomedicina

A saúde será um dos focos para o futuro, já que a tendência é uma procura constante por vida saudável e bem-estar. Hemoterapia, terapia celular, colpocitologia oncótica e auditoria são exemplos de especialidades auspiciosas na Biomedicina.

A hemoterapia refere-se ao processamento de transfusão de sangue e seus procedimentos terapêuticos. A terapia celular abrange condutas de obtenção, processamento e transfusão de células progenitoras. 

A colpocitologia oncótica é específica para análises e diagnósticos de lesões de câncer de útero. Já a auditoria tem o propósito de se certificar da qualidade dos processos realizados e oferecidos nas empresas. O foco será desenvolver ainda mais os estudos relacionados à saúde e às curas.

Farmácia

Assim como a biomedicina, a tendência é precisarmos de mais pesquisas e desenvolvimento em medicamentos e cosméticos. Cada vez mais as pessoas procuram saúde, qualidade de vida, eficiência dos produtos, diminuição de efeitos colaterais.

Áreas como a da estética ortomolecular são promissoras. Unir à Farmácia noções de Direito também é uma boa, oportunizando carreiras na análise pericial e de toxicologia.

Empreendedorismo

Empreender será uma das habilidades mais requeridas, independentemente da formação. Saber cuidar da própria carreira, ter iniciativa para inovar, identificar problemas e oportunidades, persistir são algumas das qualidades de um profissional competente.

O empreendedorismo digital, com a venda de produtos e serviços pela internet, tem tudo para crescer ainda mais, devido às transformações tecnológicas e às necessidades dos consumidores de mais comodismo nas compras.

Outras carreiras

Outras profissões também não deixam de ser boas, claro. Todavia, a tendência é que sofram algumas mudanças e ressignificações para se adaptarem a um mundo mais digitalizado. Um exemplo disso é o trabalho do professor, que tem se moldado a um formato online, com aulas a distância.

Na Anhanguera, por exemplo, já entendemos essas novas necessidades e demos um passo à frente. Com cursos pela internet, alunos podem se beneficiar da comodidade de aprender em qualquer lugar em que estejam, não precisando sair de casa — unindo praticidade e qualidade no aprendizado.

Como se destacar no mercado de trabalho?

Muito tem se falado no termo “profissional do futuro”, que corresponde ao trabalhador cujas habilidades permitem que ele se sobressaia em um mercado de muita concorrência e com a substituição de algumas atividades, pela inteligência artificial.

Não importa o seu desejo. Para atuar na tradicional carreira em Y, ou na moderna carreira em W, para atuar como autônomo, ou, mesmo, ao procurar vagas em startups, os requisitos são bem parecidos. Veja, a seguir, algumas das características essenciais.

Focar na capacitação

A graduação é um dos itens essenciais a ser colocado na hora de montar currículo. Por mais que muitos dos serviços possam ser realizados por máquinas, a capacitação profissional e o investimento em capacidades é algo que nunca acabará. É a partir da aquisição de conhecimentos que o profissional estará mais preparado no dia a dia e poderá agregar mais valor a empresas, clientes, consumidores.

A mão de obra qualificada é uma das maiores demandas para preencher cargos importantes nos negócios. E, com o passar dos anos, exigências em relação à educação só aumentam. Em tempos de grandes disputas por uma vaga, ganha aquele profissional que se demonstrar mais bem preparado para oferecer o serviço que as organizações precisam.

Não esquecer da parte prática

Não adianta dar atenção apenas à teoria e deixar a prática de lado. Quanto mais cedo o estudante tiver contato com a realidade da profissão, mais preparado ele estará para atuar no mercado.

A experiência profissional, juntamente à capacitação, está entre os requisitos mais bem vistos em um processo seletivo. Não é raro vermos indivíduos com especializações e mestrado no currículo, mas dispensados, depois da triagem, por não terem tido contato com a prática.

Continuar investindo na qualificação

Estamos vivendo uma revolução digital. O desenvolvimento da internet contribui para que as informações cheguem rapidamente em toda parte do mundo. Por um lado, isso nos deixa atualizados, em tempo real, sobre qualquer notícia. Ao mesmo tempo, tudo muda rápido demais. Se não acompanharmos as informações, nossos conhecimentos se tornam obsoletos.

“O analfabeto do futuro será aquele que não poderá aprender, desaprender e reaprender”. Já ouviu essa frase antes? É de Alvin Toffler, um futurista norte-americano, conhecido por seus escritos sobre tecnologia e evolução.

O que ele quis dizer com isso é que precisaremos investir continuamente na nossa capacitação. O mundo se transforma rápido e, para atendermos a ele, não poderemos nunca estagnar.

Ter inteligência emocional

A inteligência emocional se define na capacidade de saber trabalhar bem nossas emoções e relacionamentos. Características como empatia, autocontrole, autoconhecimento, automotivação e sociabilidade são necessárias.

É por meio de uma inteligência emocional bem desenvolvida que os indivíduos podem usufruir de relações mais saudáveis, aproveitar oportunidades no momento certo, ter constante motivação para buscar o aperfeiçoamento.

Habilidades como saber ouvir críticas, lidar com expectativas frustradas, ter resiliência e saber se livrar de crenças limitantes são importantes em qualquer área profissional.

Desenvolver o espírito empreendedor

Como já comentamos, ter, ao menos, noções de empreendedorismo será fundamental. Nesse sentido, é importante ter proatividade, a fim de buscar, por conta própria, formas de se superar na carreira.

Quem é autônomo precisa levar essa dica ainda mais a sério, visto que quanto mais diferenciais o profissional apresentar em seus serviços, mais chances de sucesso ele tem. Disciplina, foco, capacidade de antever mudanças, habilidade em pesquisar tendências, dedicação constante são alguns dos traços indispensáveis.

Ter boa comunicação

Lidar com pessoas e saber ter uma comunicação objetiva é fundamental para qualquer equipe, em uma empresa, progredir. Comunicar-se bem não é apenas passar informações. É necessário saber interpretá-las e como repassá-las da forma certa aos outros. Processos organizacionais só podem evoluir a partir de uma comunicação eficiente.

Aliás, esse quesito está entre os principais elencados nos erros e acertos em entrevista de emprego. O entrevistador costuma observar a postura, com relação a expressões inadequadas (como gírias e palavrões) e formulação de um pensamento lógico.

Bem, como você pode ver ao longo deste texto, as notícias sobre o mercado de trabalho são promissoras. No entanto, fará muita diferença a plena dedicação a uma formação profissional, desde o começo. Adquirir conhecimentos, ter práticas e desenvolver habilidades interpessoais fará com que o indivíduo se destaque na carreira.

Gostou da leitura? Então, que tal descobrir, no próximo artigo, se é melhor fazer faculdade ou curso técnico

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