Relações Internacionais ou Economia? Qual devo seguir?

Relações Internacionais ou Economia

Com tantas graduações disponíveis, é bastante comum encontrar estudantes em dúvida sobre qual área seguir, não é mesmo? Isso é ainda mais recorrente quando existem profissões semelhantes. Um bom exemplo disso são os cursos de Relações Internacionais ou Economia.

Existem diversas vagas de emprego ocupadas pelos profissionais. Além da similaridade do perfil dos recém-formados, as duas faculdades contam com uma excelente reputação, absorção e credibilidade no mercado de trabalho, tornando a escolha ainda mais complicada.

Mas é possível optar pela melhor graduação ao conhecer mais sobre elas. Neste post, mostraremos as principais diferenças entre Relações Internacionais e Economia. Confira!

O que é a área de Relações Internacionais?

As Relações Internacionais tratam a comunicação entre pessoas de várias nações, com diferentes objetivos. Os profissionais contribuem para que as nações se relacionem de modo construtivo. A razão dessa relação pode ser econômica, política ou comercial, estabelecendo acordos multilaterais ou bilaterais.

A área é responsável por coletar dados e elaborar relatórios sobre a atuação internacional para empresas privadas, ONGs ou órgãos governamentais. Também contribui com o programa de cooperação entre países.

O que é a área de Economia?

A Economia é o conjunto de atividades desenvolvidas para o consumo, distribuição e produção de serviços e bens necessários à qualidade de vida e à sobrevivência. Ela lida com a gestão financeira e econômica de uma empresa, sendo capaz de observar as restrições orçamentárias, verificar a adequação dos recursos financeiros, fazer leituras de mercado etc.

A área tenta compreender os impactos, trazer benefícios e fazer projeções para a sociedade. Logo, é bastante diversificada e cheia de profissionais que desejam se envolver com decisões importantes.

Como são os cursos superiores de Relações Internacionais e de Economia?

O curso de Relações Internacionais da Anhanguera tem duração média de 4 anos e forma profissionais aptos a trabalhar com a análise de conjunturas internacionais e formulação e negociação de políticas. Eles são capazes de compreender e analisar as tendências e de projetar cenários, para que possam reverter perdas, conciliar culturas e conquistar mercados.

Durante a graduação em Relações Internacionais, é importante desenvolver o hábito da leitura e dominar línguas estrangeiras. Ao final da faculdade, os alunos se qualificam a conduzir as relações entre empresas, nações e povos nas áreas comercial, cultural, militar, social e econômica. O curso dá enfoque para o Direito, a Economia e a Política, e os alunos aprendem assuntos de História, Sociologia e o papel das empresas e integração regional.

Já o Bacharelado em Economia também dura 4 anos e tem o objetivo de capacitar o profissional para conquistar ótimas vagas no mercado de trabalho. No começo da faculdade, o aluno aprende a história da Economia brasileira e geral. Depois, estuda temas como as teorias econômicas, tendo uma visão geral da evolução das escolas teóricas. Ao final, entra em contato com disciplinas ligadas à prática de um economista.

Se já ficou em dúvida entre Gestão Financeira ou Ciências Econômicas, saiba que, apesar das semelhanças, os cursos são diferentes na prática. O segundo prepara o estudante para garantir a saúde financeira de uma empresa, identificar a possibilidade de valorização patrimonial nas corporações e a capacidade de expansão da instituição.

Qual é o perfil do estudante de Economia?

O economista é responsável por analisar os indicadores da economia, orientando as atividades financeiras das corporações para evitar prejuízos e planejar vendas e investimentos. Para fazer as análises, é necessário captar informações de várias fontes, como cenários políticos, fatos históricos, resultados comerciais, entre outros.

Quem deseja seguir nessa carreira precisa desenvolver habilidades fundamentais durante a graduação, a fim de se tornar um profissional de sucesso. Algumas competências importantes são:

  • ter facilidade para trabalhar em equipe;
  • gostar de tecnologia;
  • buscar novos conhecimentos;
  • ter boa comunicação.

Como é o perfil do estudante de Relações Internacionais?

Quando se fala em Relações Internacionais, é comum pensar em profissionais que lidam com governos e pessoas de outros países. Portanto, ter facilidade com idiomas é essencial para quem vai seguir carreira na área, como Espanhol e Inglês.

Interesse em História, Política e Economia também é importante para o futuro profissional, pois apenas com esse conhecimento ele conseguirá compreender todas as características da nação. Outras competências que devem ser desenvolvidas na faculdade de Relações Internacionais são:

  • adaptabilidade;
  • capacidade de compreender diferenças;
  • disposição para conhecer novas culturas;
  • pensamento estratégico.

Como é a atuação profissional focada em Relações Internacionais?

O profissional de Relações Internacionais pode atuar tanto em órgãos privados e públicos quanto em instituições sem fins lucrativos. Entre os campos de trabalho estão o Comércio Exterior, que identifica oportunidades de negócios em relações de importação e exportação, e a diplomacia, quando o internacionalista representa o país em outras nações.

Também há oportunidade de emprego para ser analista internacional, coletando informações sobre a conjuntura internacional para órgãos públicos e ONGs. Já deu para perceber que essa é uma carreira em alta, não é mesmo? O vasto campo de atuação também se reflete nos salários. A média salarial é de R$ 9.477,00*.

Como é a atuação profissional focada em Economia?

A carreira do economista está entre as profissões que mais crescem, sendo estimulada pela ascensão do Brasil como uma grande potência econômica do mundo. Por ser um campo diversificado, a atuação do profissional depende da área escolhida.

Ela é bem ampla, pois existem oportunidades no setor público e privado, sem falar da possibilidade de atuar como autônomo. É possível encontrar vagas de emprego em diferentes locais, como ONGs (Organizações Não Governamentais), bolsa de valores e praticamente todos os tipos de empresas.

É bom lembrar que o estudo da Economia na pandemia aumentou ainda mais as chances de trabalho, já que os profissionais realizam a coleta e a análise de dados e têm papel essencial de prever o cenário econômico global futuro. A média salarial do economista é de R$ 6.250,03*.

Se você já decidiu qual profissão seguir, saiba que é preciso estudar em uma faculdade renomada para conquistar as melhores oportunidades do mercado. Na Anhanguera, os alunos têm todo o apoio necessário durante as aulas, estudando com professores mestres e doutores experientes.

Além disso, temos parcerias exclusivas, como o Canal Conecta, um portal de empregabilidade que proporciona vagas de emprego nas áreas das Ciências Econômicas em todo o Brasil.

Agora é com você!

Agora que você já conhece as diferenças entre Relações Internacionais ou Economia, saiba que a qualidade da educação faz diferença na formação. Portanto, opte por uma instituição de ensino reconhecida no mercado e que tenha infraestrutura completa!

Gostou de saber mais sobre os cursos e quer ser um destaque no mercado de trabalho? Então, inscreva-se no vestibular da Anhanguera!

*Sujeito a alterações

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