Conheça as 15 habilidades profissionais mais requisitadas no mercado

moça conversando com amigos sobre habilidades profissionais

Algumas pessoas que estão entrando no mercado de trabalho enxergam a posição de seus gestores como o topo de suas carreiras, e, por isso, acham que liderança é a mais importante das habilidades profissionais a serem desenvolvidas.

Porém, com o tempo, nem todas se identificam com as responsabilidades inerentes ao cargo de gestor e descobrem que existem ocupações e modelos de trabalho mais interessantes e alinhados com seus perfis. Nesse momento, algumas de suas habilidades profissionais já estão apuradas, direcionando suas percepções.

Você já passou por essa mudança de pensamento? Pois saiba que, mesmo não querendo ser um líder, ainda precisará desenvolver outras qualidades e conhecimentos. Afinal, o aprendizado e o desenvolvimento contínuo devem fazer parte da rotina de qualquer profissional.

Aliás, tais competências devem estar em sintonia com as exigências do mercado de trabalho. Saber memorizar uma agenda de telefones e as características de cada cliente, como muitos profissionais da área comercial faziam antigamente já é uma aptidão ultrapassada e facilmente substituída por ferramentas de gestão ou pelo próprio smartphone, não é mesmo?

Então, você sabe quais habilidades deve verdadeiramente desenvolver para fazer o que ama e ter um futuro promissor e uma rotina de trabalho mais prazerosa e organizada? Neste post, reunimos alguns conceitos e estratégias que vão facilitar seu caminho no desenvolvimento. Confira:

  • Como as inovações do mercado alteram o perfil de profissional e habilidades mais desejadas?
  • Qual a importância de acompanhar tais mudanças?
  • Quais as diferenças entre conhecimentos, habilidades e atitudes?
  • Quais as habilidades mais valorizadas no mercado atualmente?
  • Como manter seu desenvolvimento contínuo?

Quer se diferenciar no mercado e ter a preparação necessária para conquistar novas oportunidades e solucionar os desafios da sua carreira? Então, boa leitura!

O que são Conhecimentos, Habilidades e Atitudes (CHA) profissionais?

Juntos, Conhecimento, Habilidades e Atitudes profissionais formam a sigla CHA que, para alguns especialistas em desenvolvimento, é o conjunto formador das competências do ser.

Como tratam de características do comportamento humano, é muito importante diferenciá-las para saber dar o foco necessário para seus desenvolvimentos.

Conhecimento

O conhecimento — tácito e explícito — é o objeto do saber, aquilo que se aprende na escola, na faculdade, nos livros, nas experiências de trabalho e na vida.

Para ficar claro, o conhecimento tácito é aquele formado ao longo da vida, nas experiências, nos diálogos ou nas percepções de cada um, e o explícito é aquele aprendizado formalizado, repassado de maneira teórica e didática por uma pessoa ou instituição de ensino, como aqui na Anhanguera.

Habilidades

As habilidades, que são o foco do nosso post, correspondem ao saber. São as ferramentas pessoais, inatas ou desenvolvidas, utilizadas para inserir o conhecimento adquirido na resolução de um problema.

Ter iniciativa, por exemplo, é uma habilidade muito valiosa para o profissional, utilizada para colocar, de forma espontânea e ágil, o conhecimento de um indivíduo em determinada situação. Ela não é ensinada, visto que não existem conceitos rígidos para o sucesso de seu uso, mas pode ser desenvolvida e aprimorada.

Atitudes

São os motores pessoais que fazem o indivíduo tomar a decisão de direcionar seus conhecimentos e impor certa intensidade em seus atos para a resolução dos dilemas a partir de suas habilidades profissionais. Ou seja, é a razão de fazer. Aquilo que motiva e dá foco para as ações do indivíduo que detém o conhecimento e a habilidade para resolver certa demanda.

Entendendo que conhecimento, habilidade e atitudes são, respectivamente, o objeto, o saber e a razão de promover determinada ação, fica claro que, para turbinar uma delas, é preciso que as outras duas acompanhem a evolução. Em outras palavras, se você desejar aprimorar suas habilidades profissionais, precisa garantir que seus conhecimentos e atitudes acompanhem esse movimento, não é mesmo?

E, a partir disso, vem outra dica valiosa: é preciso direcionar esse desenvolvimento de acordo com as mudanças e as tendências do mercado de trabalho, cada vez mais inovador e tecnológico.

Como as mudanças tecnológicas impactam o perfil profissional exigido pelo mercado de trabalho?

Você já ouviu falar na Quarta Revolução Industrial? Se a matéria ainda está fresca na sua cabeça, lembrará que as primeiras revoluções mudaram a forma como as pessoas viviam, estudavam e, claro, trabalhavam. Vieram a eletricidade, as máquinas a vapor, as produções em série, as reivindicações trabalhistas, os computadores e, por fim, as tecnologias digitais.

Hoje é possível fazer uma graduação 100% em formato digital ou algumas matérias do curso na modalidade EAD que, além de transmitirem o conteúdo, aqui na Anhanguera também demonstram a forma positiva de se relacionar com as novas tecnologias.

As tecnologias digitais geram uma sintonia entre os aspectos sociais, biológicos e físicos da humanidade. Explicando melhor, elas trazem precisão e automação para a forma como as pessoas se relacionam entre si e com o meio em que vivem ou trabalham.

Ou seja, as fábricas, agora, foram digitalizadas e os maquinários das plantas industriais executam a montagem e se gerenciam autonomamente, corrigindo a forma como os procedimentos são realizados ou apontando a necessidade de reparo em um dos equipamentos do complexo.

Assim, algumas funções dos trabalhadores, seja nas indústrias, seja no mercado de trabalho, foram substituídas por máquinas de Inteligência Artificial por serem mais eficientes, econômicas, precisas e produtivas.

Contudo, se por um lado a inovação reduziu postos de trabalhos operacionais, também criou oportunidades e funções mais intelectuais e mais bem remuneradas. E é para esse cenário que os novos profissionais devem desenvolver suas habilidades.

Por que é importante ficar atento a essas mudanças?

Quem quer garantir um bom emprego precisa corresponder, ou melhor, superar as expectativas dos empregadores. Ou seja, deve demonstrar que possui os conhecimentos, as habilidades e as atitudes necessárias para o mercado, certo?

Entretanto, a atenção é necessária justamente para entender o movimento do mercado, para onde sua direção está apontando. Um bom exemplo para isso está na área do varejo.

Existem algumas empresas que ainda concentram suas vendas exclusivamente nas lojas físicas, enquanto outras fazem do ecommerce seu principal canal de oferta dos seus produtos. Nenhum dos posicionamentos está errado, mas em cada uma dessas vertentes existem inovações e mudanças que vão exigir habilidades diferentes do profissional.

Na loja física o foco estará na forma de se relacionar com os clientes, e para isso, entender o comportamento do consumidor pode ser o grande diferencial. A chamada Geração Z, por exemplo, é muito ligada a questões sociais, e, se a marca não tiver um compromisso com o meio ambiente e a sociedade, certamente não conquistará essa faixa etária. O profissional que for atuar nessa área, portanto, deverá ter habilidades de comunicação e percepção do cliente bem aguçadas.

Por outro lado, aqueles profissionais que forem atuar no ecommerce deverão focar o entendimento de tecnologias e a forma de colocá-las a serviço da experiência do comprador online. Assim, a necessidade de ter habilidades criativas, resolutivas e proativas é fundamental.

Percebe como a inovação e as tecnologias recentes influenciam todos os ambientes? Mas, então, quais habilidades desenvolver? Será que você já apresenta algumas delas?

Quais são as principais habilidades profissionais?

Entre as principais habilidades profissionais, podemos citar:

  • ter boa comunicação;
  • saber trabalhar em equipe;
  • ter controle emocional;
  • ser diplomata;
  • saber liderar;
  • ser inovador e criativo;
  • ter resiliência;
  • saber construir pensamentos lógicos e críticos;
  • ter empatia;
  • ser ávido pelo aprendizado contínuo.

Muito bem, como essas habilidades se relacionam ao cotidiano do trabalho, e como o mercado atual valoriza tais competências profissionais? Veja nosso próximo tópico.

O que o mercado atual valoriza no conjunto de competências profissionais?

Como explicamos no início do post, habilidades são o “saber fazer”, certo? Então, juntando esse conceito com o momento do mercado, podemos apontar aquelas que são mais estratégicas para as profissões do futuro.

1. Inteligência Emocional

Inteligência Emocional é uma habilidade importante e que permite que o profissional entenda seus sentimentos, saiba racionalizá-los e transformá-los em combustível para seu crescimento e seu desenvolvimento.

Perceber, por exemplo, sua tensão aumentando por causa de uma mudança possibilita identificar sintomas de uma síndrome de burnout, buscar maneiras de eliminar seu estresse e transformar as emoções ruins em mecanismos motivacionais.

Essa habilidade é valorizada no mercado porque torna o profissional mais autossuficiente e mantém sua performance satisfatória por mais tempo, mesmo com as mudanças que, cada vez mais, são comuns nos ambientes organizacionais.

A Inteligência Emocional também contribui de forma significativa para que o profissional perceba as emoções das outras pessoas com quem trabalha e, com empatia, saiba se relacionar de forma mais produtiva e relevante para todos.

2. Criatividade e inovação

Inovar é preciso, ser criativo também. Uma boa dose de criatividade é essencial porque ela permite que o profissional descubra novas e melhores formas de executar um processo, ou fazer um novo a partir do zero.

E é aí que ser inovador e criativo se diferenciam. A inovação está em repensar o que já existe, mas de forma mais eficiente. A criatividade está relacionada a formar um novo conceito, produto ou solução a partir do zero.

Quando o caixa eletrônico foi inventado para os correntistas executassem saques e outros serviços bancários, era uma inovação para que aquilo fosse feito mais rápido e eficientemente, já que também eliminava a necessidade de ter um funcionário dedicado a essa atividade, certo?

Mas quando o serviço de compartilhamento de bicicletas foi lançado, partiu do zero. É claro, ele não criou a bicicleta, mas sim, o sistema rentável que facilitou o deslocamento nas cidades. E isso é ser criativo.

3. Liderança

A liderança também é uma habilidade muito requisitada hoje em dia, mas não somente para os gestores. Muitas empresas adotam modelos de trabalho em que grupos de profissionais são criados para uma nova demanda, são os times, os squads ou as comissões.

Neles, profissionais de diferentes áreas se unem para resolver determinada demanda. Não existem hierarquias definidas, apenas especialistas em suas funções que serão essenciais para aquele projeto, e assim, eventualmente, cada um deles precisará liderar o andamento das atividades.

A liderança situacional exige que o profissional saiba se comunicar com o restante da equipe de forma clara, traduzindo seus conhecimentos para outras pessoas que não o dominam. Ele também precisa cativar e motivar o time, saber delegar e garantir que o andamento do processo saia conforme o planejado.

4. Pensamento crítico

Seja para resolver um problema sozinho ou em equipe, o pensamento crítico também garantirá que o profissional tome as decisões mais acertadas, considerando as variáveis e suas possíveis consequências. Por isso, também é uma habilidade requerida.

O pensamento crítico envolve o raciocínio e a lógica para as resoluções de problemas. Profissionais da área da Tecnologia da Informação, da Análise e Desenvolvimento de Sistemas e do Marketing Digital usam essa habilidade constantemente para criar campanhas, publicidades, códigos e sistemas que funcionem eficientemente.

5. Negociação

Se as máquinas estão executando as burocraciais e as atividades operacionais, o tempo dos profissionais agora pode ser mais dedicado às relações institucionais e com os clientes, certo? Por isso, saber negociar é mais uma das habilidades do futuro.

O profissional que sabe negociar entende que as relações comerciais devem beneficiar as duas partes, e nem sempre isso é fácil de calibrar. Em uma conversa de negócios, ele deve apontar as vantagens e os diferenciais de sua proposta, sem menosprezar aquilo que seu interlocutor está apontando. Para isso, deve saber respeitar, ouvir e argumentar de forma clara e objetiva.

6. Adaptabilidade

O mercado de trabalho muda rapidamente, assim como as funções dentro da organização. Por isso, o profissional deve ter a capacidade de se adaptar às mudanças sem que isso cause algum estresse nem atrapalhe seu desempenho.

O profissional que se demonstra flexível diante das adversidades e dos desafios propostos é mais assertivo, responde mais rapidamente ao processo de adaptação e consegue dominar as novas atividades atribuídas a ele.

Isso tem um valor estratégico muito importante para as organizações, afinal de contas, o empregado torna-se um coringa pronto para atuar em diferentes frentes, além de acumular experiências diversificadas que vão contribuir para a sua visão geral do negócio.

7. Resolutividade

Ser resoluto é ter determinação e segurança para realizar uma ação, muitas vezes em situação emergencial. É como cortar fios de uma bomba prestes a explodir, mas com calma, coragem e controle da situação.

Com as tecnologias utilizadas nas empresas e nas atividades profissionais atualmente, os profissionais têm à sua disposição informações cruciais para suas decisões, mas a partir de certo momento apenas seus conhecimentos e suas habilidades vão valer.

Um profissional graduado em Enfermagem, por exemplo, deve saber como conduzir o atendimento e como trabalhar para a estabilização das condições de saúde, mesmo sem os equipamentos de monitoramento de um paciente, certo? Para isso, ele precisa ser resoluto, rápido e pontual em suas ações. Cada segundo é crucial para o desfecho positivo.

8. Diplomacia

A diplomacia é aquela habilidade que permite que o profissional busque resoluções para conflitos por meio do diálogo. Também permite que ele crie novas conexões no mercado de trabalho, sendo um mediador e facilitador em diversas situações.

Os ambientes corporativos podem ser competitivos e ter relações profissionais que exigem atenção e estratégia. Ser diplomata nessas situações garante que o indivíduo consiga lidar com todos sem faltar com a ética ou contrariar sua moral para agradar a todos.

Aqueles que não sabem usar a diplomacia nesses casos correm o risco de serem vistos como desonestos, interesseiros e não confiáveis — características que podem comprometer seriamente a imagem do profissional.

9. Perseverança e resiliência

Comprometimento com o resultado, engajamento e envolvimento. Essa combinação é essencial para que o profissional não desista de seus objetivos e projetos em que esteja inserido.

A resiliência entra nessa tríade porque ela corresponde ao profissional que sabe se recompor e persistir em uma demanda, mesmo depois que ela, por algum motivo, não tenha dado certo de primeira. Isso é muito importante, principalmente quando o mercado em geral precisa inovar.

Isso significa que todos os profissionais estão navegando em mares desconhecidos, e para encontrar nas novas soluções, precisam usar todos os seus recursos, os seus conhecimentos, as suas habilidades e as suas ferramentas. Porém, mesmo que eles eliminem substancialmente as chances de dar errado, em algumas vezes eles falharão.

A resiliência, portanto, é essencial para que o profissional não se deprima e retome as tentativas com perseverança e foco.

10. Autoconhecimento

O autoconhecimento é uma habilidade que faz com que o profissional conheça suas capacidades, fragilidades, oportunidades e seus desafios. Ou seja, o indivíduo sabe exatamente o pode contribuir e em que precisa se desenvolver.

O autoconhecimento aumenta a confiança e o controle emocional do profissional já que ele conhece seus limites atuais e procura maneiras de sobrepô-los a favor de seu desenvolvimento.

Muitas vezes algumas pessoas entram no mercado de trabalho antes de ingressar no ensino superior. Assim, iniciam suas carreiras em cargos menos complexos. Com o tempo, porém, querem ser promovidas, e uma de suas barreiras para isso é a falta de um curso de graduação.

Entendendo esse limite e usando seu autoconhecimento, o profissional busca a melhor solução para sua fraqueza, seja buscando um curso à distância que possa conciliar com sua rotina atual, seja mudando seu turno de trabalho para entrar na faculdade.

11. Prestatividade

Prestatividade significa mostrar-se disponível a todo tempo, inclusive para tarefas que não estão discriminadas em suas funções originais. Isso demonstra o interesse pelo sucesso coletivo, a capacidade de trabalhar em equipe em prol de um objetivo comum.

Além disso, quando um profissional ajuda o outro, vive uma experiência de aprendizado e um fortalecimento da relação que pode gerar novas oportunidades ou uma parceria de ajuda mútua para outras ocasiões.

12. Empatia

A empatia é a capacidade de compreender as emoções e as razões do outro e, então, agir para encontrar uma resolução satisfatória. Ela é essencial para o ambiente de trabalho, em qualquer que seja o mercado, mas onde existe a presença frequente do relacionamento humano, pode ser ainda mais estratégica.

É preciso lembrar que os robôs de Inteligência Artificial são muito eficientes na atuação dentro das condições em que foram programados, mas para situações adversas, devem ser substituídos pelo relacionamento humano capaz de raciocinar e tomar decisões que considerem as emoções e as razões do outro.

13. Trabalho em equipe

Como as máquinas estão executando as funções burocráticas e operacionais, a atuação dos profissionais ficam mais estratégicas, seja no planejamento, seja no relacionamento interpessoal.

Por isso, saber trabalhar em equipe, colocando seus conhecimentos e suas competências para a resolução conjunta das demandas ou para a criação de ideias é essencial. É preciso ter uma medida de competitividade, mas não deixar que ela comprometa a troca de entendimento, por exemplo. Também é importante saber valorizar seus conhecimentos, mas não inferiorizar os dos demais.

Trabalhar em equipe permite que a demanda de trabalho seja compartilhada, distribuindo o esforço de forma igualitária e fazendo com que a rotina se mantenha produtiva e agradável para todos.

14. Boa comunicação

Comunicar suas ideias, trazer entendimento, transmitir informações e engajar o público. Tudo isso é fruto de uma boa comunicação e profissionais de diferentes áreas precisam desenvolver essa habilidade.

Um profissional formado em Engenharia Civil e que já esteja atuando no mercado, por exemplo, precisa lidar com diretores da construtora, arquitetos e também mestres de obras e pedreiros. Para cada um desses públicos precisa ajustar sua linguagem para que consiga transmitir sua informação.

Os profissionais de Marketing, especialmente aqueles que lidam com o ambiente digital, dependem ainda mais dessa habilidade, afinal de contas, eles precisam garantir que diferentes pessoas compreendam a mensagem de marcas e produtos que desejam promover.

Nesse caso, ele pode aprender técnicas e conceitos no curso tecnólogo de Marketing Digital, por exemplo, mas precisará desenvolver suas habilidades de comunicação para colocá-las em prática, não é mesmo?

15. Curiosidade e interesse pelo aprendizado contínuo

O profissional curioso e ávido por conhecimento estará sempre em desenvolvimento, adquirindo novas técnicas e competências para a execução de suas tarefas —, e o mercado certamente valoriza isso.

E, se o conhecimento pode ser adquirido de forma tácita ou explícita, é essencial que o indivíduo procure novos canais de aprendizado e novas formas de expandir suas habilidades.

Como adquirir as habilidades profissionais do futuro?

Se você está buscando novas oportunidades de emprego, entrando em sites como o Canal Conecta para pesquisas de vagas em aberto, precisa atentar para o desenvolvimento e a inserção das habilidades profissionais no currículo, não é mesmo? Algumas formas eficientes para isso, são:

  • fazer um estágio, seja ele remunerado ou não, porque nessa posição você claramente se coloca como um profissional em desenvolvimento, buscando experiências e interações que vão ajudar no seu aprendizado;
  • criar objetivos claros para sua carreira, pois assim, mesmo que já tenha ingressado no mercado de trabalho, saberá exatamente em quais cursos investir para desenvolver suas habilidades profissionais;
  • fazer um novo curso de graduação, pois isso desenvolverá seu conhecimento, mas também garantirá novas experiências, novo networking e novas formas de pensar as demandas atuais;
  • buscar um profissional especializado (como um psicólogo habilitado para o desenvolvimento de carreira ou mentores dentro das organizações) que queira compartilhar seus conhecimentos e experiências;
  • participar de cursos livres e palestras de temas direta ou indiretamente ligados à sua área de atuação, expandindo suas habilidades profissionais, sua capacidade de interação e sua forma de enxergar as demandas;
  • abrir um negócio ou idealizar um projeto pessoal (como criar um blog ou ecommerce), afinal de contas, a experiência do empreendedorismo permite que o profissional teste seus conhecimentos e suas emoções e competências.

Não seria incorreto resumir que, para o desenvolvimento de suas aptidões, é preciso buscar experiências relevantes, e, nesse sentido, elas podem ser aproveitadas em diferentes ambientes e situações. Por isso, a dica final é que você participe de cada uma delas, de mente e coração abertos para seu desenvolvimento.

Com esse pensamento, suas habilidades profissionais, seus conhecimentos e suas atitudes estarão em sintonia com seu crescimento e permitirão que você esteja sempre atualizado com as demandas do mercado, seja na atualidade, seja no futuro.

Agora que os conceitos ficaram mais claros, queremos saber: você está desenvolvendo alguma dessas competências? Sente alguma dificuldade no processo? Deixe seu comentário no post!

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