O que faz o auxiliar de enfermagem e como se difere do bacharel?

auxiliar de enfermagem

É bastante provável que, pelo menos uma vez na vida, você passe pelas mãos de um profissional da área da Enfermagem, seja em uma ida ao pronto-socorro, seja na realização de algum exame. Ou seja, essa profissão é presente na vida de todos e, por isso, carrega grandes responsabilidades.

Afinal, um bom enfermeiro ou auxiliar de enfermagem é fundamental para garantir a saúde e o bem-estar de quem necessita de seus cuidados. Inclusive, você sabe o que faz um auxiliar de enfermagem?

Ele é o profissional que ajuda o enfermeiro a realizar os cuidados necessários para um paciente. Como o nome sugere, é uma ajuda ao profissional responsável, sendo que suas tarefas apresentam menor complexidade do que as dos enfermeiros principais.

A relevância dos profissionais de Enfermagem vai, inclusive, muito além do atendimento hospitalar, já que podem atuar em clínicas médicas ou laboratoriais, em atendimentos de emergência, casas de idosos ou home care (cuidadores em casa).

Para trabalhar na área, muitos optam pelo curso de auxiliar de enfermagem, mas a graduação apresenta mais pontos positivos. Então, entre curso independente, faculdade ou curso técnico, qual escolher? Confira a seguir!

Auxiliar, técnico ou enfermeiro

As opções para quem quer trabalhar na área são variadas! Existem três modalidades dentro dessa profissão, que se diferenciam entre si a partir das tarefas e responsabilidades exigidas do profissional. Entender essas diferenças é essencial para saber qual é a melhor opção na hora de escolher a carreira.

Auxiliar de enfermagem

O auxiliar de enfermagem é, como comentamos, um profissional que ajuda os enfermeiros durante o atendimento ao paciente. Por ser um auxiliar, esse profissional atua com tarefas de menos complexidade. Para ser um enfermeiro auxiliar, é necessário buscar um curso reconhecido pelo Coren (Conselho Regional de Enfermagem) do estado em questão.

Os cursos duram cerca de um ano e meio, sendo possível ingressar neles a partir dos 17 anos e estando matriculado no ensino médio. Esse tipo de curso, entretanto, não apresenta uma “titulação”, ou seja, podem entrar no currículo, claro, mas não dão título de técnico ou de graduado ao aluno.

Mas o que faz um auxiliar de enfermagem? Entre as responsabilidades, é possível citar:

  • verificação de sinais vitais;
  • aplicação de remédios e de vacinas;
  • preparação do paciente para exames;
  • cuidados de higiene de pacientes;
  • trocar curativos;
  • esterilizar materiais;
  • colher material para análise;
  • ministrar medicamentos.

Como é possível notar, as tarefas são essenciais para garantir o bem-estar do paciente, mas são auxiliares ao trabalho do enfermeiro.

Outro ponto que não pode ser esquecido é a faixa salarial: ao buscar uma vaga de auxiliar de Enfermagem, a média de remuneração é de R$ 1.777,45.

Técnico em enfermagem

É aquele profissional que realizou um curso técnico de Enfermagem e, por isso, apresenta essa titulação. Nesse caso, o enfermeiro técnico apresenta responsabilidades maiores do que as do auxiliar, ajudando no cuidado de casos de maior complexidade, podendo atuar em internações, em clínicas especializadas (como Radiologia, Fisioterapia, para idosos etc.) e em casos de pré e pós-operatórios.

No caso do curso técnico, é possível finalizá-lo em dois anos e, para ingressar, é necessário ter o ensino médio completo. Com o diploma, o profissional consegue uma formação superior técnica. Por isso, a remuneração tende a aumentar também: o teto salarial pode chegar a R$ 3.574,01.

Mesmo com funções que se assemelham mais com as dos enfermeiros graduados, existem diferenças relevantes entre os dois cargos, como você verá a seguir.

Enfermeiro

É o profissional que cursou uma graduação em Enfermagem, que dura cerca de quatro anos, e, ao final, ganha título de bacharel na área. Por ter maior tempo de duração, aqui na Anhanguera, o aluno aprende de forma mais específica cada assunto por meio de disciplinas mais completas. Assim, o profissional terá um conhecimento abrangente, porém mais profundo sobre o que deve ou não ser feito.

Sendo assim, o bacharel em Enfermagem consegue tomar conta de casos de alta complexidade, em que o paciente exige cuidados mais específicos, o que aumenta a carga de responsabilidade desse profissional.

Além de colocar a “mão na massa”, o enfermeiro graduado também é responsável pela liderança das equipes de Enfermagem. Algumas funções de um enfermeiro são:

  • organizar a rotina do setor de Enfermagem;
  • supervisionar a equipe e suas tarefas;
  • tomar decisões em casos complexos ou de emergência;
  • avaliar a evolução dos pacientes;
  • cuidar dos casos mais complexos;
  • ser responsável por toda a equipe de Enfermagem e seus procedimentos.

Deu para notar que as atividades exigem grande conhecimento e responsabilidade, certo? Além disso, vale pontuar que tanto o auxiliar de enfermagem quanto o técnico são sempre supervisionados por um enfermeiro graduado, que é responsável por demandar tarefas e avaliar se os cuidados com os pacientes estão sendo seguidos corretamente.

Com o aumento da complexidade, o salário também sobe: enfermeiros graduados recebem, em média, R$ 3.129,69, com teto salarial que pode chegar a R$ 7.317,69

Faculdade de Enfermagem

Apesar de todos os profissionais da área de Enfermagem trabalharem para um bem comum (o do paciente), é possível notar grandes diferenças entre suas atividades, o que pode gerar dúvida naqueles que desejam seguir na área. Afinal, vale a pena fazer uma faculdade de Enfermagem? Atualmente, a resposta é sim!

O primeiro motivo é que profissionais graduados apresentam conhecimento mais especializado, aumentando as possibilidades de trabalho, de crescimento e de construção de carreira na área.

O tempo de duração do curso pode assustar muitos, mas é importante lembrar que a formação em nível superior é uma vantagem no mercado de trabalho independentemente da área de atuação. Por isso, fazer uma faculdade é visto como um investimento de carreira e de vida.

Hoje ainda existem cursos mais acessíveis e diferentes formas de realizar o pagamento da mensalidade de uma graduação em Enfermagem, tornando esse investimento ainda mais possível.

Além disso, já existem opções muitos mais confortáveis para aqueles que não têm disponibilidade de frequentar as salas de aula diariamente. Isso porque, além dos cursos presenciais já conhecidos, a Anhanguera oferece as modalidades semipresenciais para quem quer se formar em Enfermagem. Para quem tem receio, vale dizer que o estágio é obrigatório na área; portanto, nenhum aluno sairá sem ter tido contato direto com pacientes.

Viu como vale a pena trocar o cargo de auxiliar de enfermagem pelo o de enfermeiro? Como visto, profissionais graduados apresentam uma faixa salarial maior do que técnicos e auxiliares, além de maiores possibilidades de crescimento na carreira.

Se ficou interessado em começar o curso, entre em contato com a Anhanguera e tire todas suas dúvidas sobre o curso, as formas de pagamento e as modalidades!

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